AGRONEGÓCIO

Senar disponibiliza vídeos para a rotina no campo em aplicativo


Brasília (10/02/2022) – Vídeos que explicam a legislação de uso de drones, como preparar a lã para artesanato; os cuidados necessários para aplicação de defensivos agrícolas e outros temas relacionados ao dia a dia no campo a partir de agora estão disponíveis no aplicativo “Estante Virtual Coleção Senar”.

O recurso em vídeo é uma novidade do app lançado em maio de 2021, que já disponibilizava as cartilhas utilizadas em treinamentos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.

Ao acessar o aplicativo, o usuário vai visualizar duas abas e pode escolher entre acessar o material por meio de vídeo ou de cartilha.  O aplicativo possui o mecanismo de busca por texto ou voz.

Os vídeos facilitam a compreensão dos temas, favorecem a aprendizagem e a adoção de ações que beneficiem a produção rural.

A visualização do vídeo é feita dentro do app, similar ao que ocorre em aplicativos de mensagens.

Confira o passo a passo para baixar ao app:

Se o seu aparelho utiliza o sistema operacional Android:

– Pesquisar na Play Store por Estante Virtual Coleção Senar

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– Após localizar o aplicativo, baixar para o seu celular

– Realizar cadastro, criar login e senha e começar a usar o aplicativo

Se o seu aparelho utiliza o sistema operacional IOS:

– Pesquisa na Apple Store por Estante Virtual Coleção Senar

– Após localizar o aplicativo, baixar para o seu celular

– Realizar cadastro, criar login e senha e começar a usar o aplicativo

Assessoria de Comunicação CNA

Foto: Wenderson Araujo

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Pecuária brasileira ainda depende de vacinas importadas para evitar morte súbita

O mercado de sanidade animal no Brasil vive um desafio silencioso, mas de impacto direto no bolso do pecuarista. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostram que, em julho, foram disponibilizadas 5,44 milhões de doses de vacinas contra clostridioses — grupo de doenças responsáveis pela “morte súbita” no gado. O que chama a atenção, porém, é a alta dependência de insumos vindos de fora: das doses ofertadas, 4,03 milhões (74,09%) são importadas, enquanto apenas 1,41 milhão (25,91%) possui fabricação nacional.

Para o produtor rural, o termo técnico “clostridiose” passa longe do vocabulário da lida, mas os sintomas são velhos conhecidos. No campo, essas doenças são temidas pela rapidez com que derrubam o rebanho, como a “manqueira” (ou mal do carvão), que causa inchaço muscular e morte em poucas horas, e o botulismo, associado à ingestão de toxinas em pastos ou rações contaminadas. Por serem fatais e não darem tempo para tratamento, a vacina é o único “seguro” eficiente para evitar o prejuízo total de um animal.

O “ladrão silencioso” no pasto

Embora o governo não consolide um censo de mortalidade animal por causa específica, estudos de sanidade animal apontam que as doenças clostridiais figuram entre as maiores causas de morte evitável no rebanho brasileiro. Em surtos não controlados, a mortalidade pode atingir de 5% a 10% de um lote em poucos dias.

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O prejuízo é um “ladrão silencioso”. O pecuarista raramente contabiliza a perda em estatísticas oficiais — o animal morre, é enterrado e o cálculo fica apenas na planilha da fazenda. Mas o rombo é severo: com um bovino de corte de qualidade valendo facilmente entre R$ 2,5 mil e R$ 4 mil, a morte de poucos animais em um surto elimina a margem de lucro de todo o lote. Soma-se a isso a perda do potencial genético, o investimento em nutrição e o custo operacional.

A alta dependência de importações, que hoje supre quase três quartos da necessidade do mercado, coloca o setor em posição de alerta. Qualquer entrave logístico ou burocrático na entrada desses insumos pode deixar o curral desprotegido no momento crítico da vacinação.

Ciente dessa vulnerabilidade, o Ministério da Agricultura tem intensificado a atuação junto aos laboratórios de insumos veterinários. A estratégia da pasta é dupla: estimular a ampliação das linhas de produção dentro do Brasil para reduzir a dependência externa e, simultaneamente, agilizar os procedimentos de fiscalização e liberação das vacinas importadas para evitar desabastecimento nas revendas.

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A meta de aumentar a produção nacional não é apenas uma questão de industrialização, mas de blindagem econômica. Com a pecuária brasileira sob constante pressão para elevar índices de produtividade e atender exigências globais de sanidade, a disponibilidade constante dessas vacinas é o que separa um ciclo produtivo rentável de um prejuízo incalculável pela perda súbita de matrizes e bezerros. Enquanto o setor tenta equilibrar essa balança, o mercado segue monitorando a oferta mensal, ciente de que, no campo, a prevenção é o único investimento que não admite atrasos.

Fonte: Pensar Agro

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