AGRONEGÓCIO

Prazo para vacinar animais de 0 a 2 anos contra febre aftosa está acabando

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A vacinação contra febre aftosa em bovinos e bubalinos, no Espírito Santo, acontece até o dia 31 de maio. A vacinação é obrigatória e contribui para que o Estado obtenha a cobertura vacinal necessária para se tornar livre da doença sem vacinação no próximo ano. 

O Fundo Emergencial de Promoção da Saúde Animal do Espírito Santo (Fepsa-ES) orienta os produtores a adquirirem vacinas apenas em lojas agropecuárias cadastradas no Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do (Idaf). 

“Além da atenção necessária no ato da compra das vacinas, é muito importante que o produtor comprove a vacinação junto ao Idaf, e esteja atento aos prazos de vacinação e declaração nesta primeira etapa, em que serão vacinados animais com até 24 meses”, afirma o presidente do Fepsa-ES, Neuzedino Alves Victor de Assis. 

Motivos para vacinar seu rebanho contra a Febre Aftosa:

– Evita contaminação e consequentemente perda do rebanho; 

– Aumenta o índice de imunidade do rebanho; 

– Garante a qualidade sanitária do rebanho capixaba; 

– Garante qualidade e segurança alimentar dos produtos e subprodutos ofertados

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– A vacinação é obrigatória. 

Orientações Idaf sobre a 1ª etapa de vacinação contra a febre aftosa: 

Data limite para vacinação do rebanho: 31/05/2022.

Data limite para comprovação da vacinação e atualização cadastral:

Pela internet via login e senha do produtor: 31/05/2022

Por e-mail ou nos escritórios do Idaf: 10/06/2022

Para comprovação vacinal e atualização cadastral CLIQUE AQUI

Dúvidas e informações: https://bit.ly/Whatsapp_Fepsa-ES 

Fonte: Iá! Comunicação
Crédito foto: Idaf

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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