PESQUISA PERCENT
Max Russi registra 3,8% e lidera pesquisa espontânea para deputado estadual em MT
Lúdio Cabral aparece com 3,6%, enquanto Léo Bortolin, Eduardo Botelho e Thiago Silva registram 2,8%; levantamento ouviu 1,2 mil eleitores
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), aparece com o maior percentual na pesquisa espontânea do Instituto Percent para deputado estadual, divulgada neste sábado (3). Ele foi citado por 3,8% dos entrevistados.
Na sequência está o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), com 3,6%. Três candidatos do MDB aparecem empatados numericamente com 2,8%: o ex-prefeito de Primavera do Leste Léo Bortolin e os deputados estaduais Eduardo Botelho e Thiago Silva.
Faissal Calil (PL) ocupa a posição seguinte no levantamento. Depois, Beto Dois a Um (Podemos), Fábio Tardin (Podemos) e Nininho (Republicanos) aparecem empatados, com 2,3% cada.
Paulo Araújo (Republicanos) e Mauro Savi (Podemos) registram 2,2%, enquanto Elizeu Nascimento (Novo) aparece com 2,1%. Chico Guarnieri (PSDB) e Juca do Guaraná (PSDB) têm 2% cada.
Gilberto Figueiredo (Republicanos) e Alan Porto (Republicanos) foram citados por 1,9% dos entrevistados. Samantha do Abilio (PL) aparece com 1,8%, seguida por Alessandra Ferreira (Podemos), com 1,7%.
Valmir Moretto e Wilson Santos (PSD) registram 1,6% cada. Já Júlio Campos (União), Gilmar Fabris (PSD) e Alcino Barcelos (PL) aparecem com 1,5% das intenções de voto na modalidade espontânea.
Apesar dos percentuais registrados pelos candidatos, o levantamento ainda mostra um elevado número de eleitores sem definição. Ao todo, 24,1% disseram estar indecisos, enquanto 2,9% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Percent com 1,2 mil entrevistas domiciliares entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro. A margem de erro informada é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números 06103/2026 e BR-07507/2026.

POLÍTICA MT
Pivetta atropela Wellington Fagundes nas urnas e é eleito governador de MT no primeiro turno
Governador transforma vantagem da reta final em avalanche eleitoral, supera adversário por mais de 38 pontos percentuais na apuração e conquista nas urnas o direito de permanecer no comando de Mato Grosso
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito neste domingo (4) para comandar Mato Grosso por mais quatro anos, encerrando ainda no primeiro turno uma disputa que, durante meses, colocou frente a frente dois dos principais grupos políticos do Estado.
Com 87,2% das urnas apuradas, Pivetta aparecia com 61,07% dos votos válidos, enquanto o senador Wellington Fagundes (PL) registrava 22,96%. Doutora Natasha (PSD) ocupava a terceira colocação, com pouco mais de 15%.
A diferença entre Pivetta e Wellington ultrapassou 38 pontos percentuais, transformando a vitória em uma derrota eleitoral contundente para o senador do PL.
O resultado também confirmou aquilo que as pesquisas das últimas semanas já apontavam: Pivetta entrou na reta final em trajetória ascendente e conseguiu transformar a vantagem das sondagens em uma votação suficiente para liquidar a eleição sem necessidade de segundo turno.
De vice a governador eleito
Pivetta chegou ao Palácio Paiaguás depois da renúncia de Mauro Mendes, em março deste ano. Até então vice-governador, assumiu definitivamente o comando do Executivo e iniciou uma corrida curta para convencer o eleitorado de que deveria permanecer no cargo.
A estratégia funcionou.
Nas urnas, o eleitorado deu a Pivetta um mandato próprio e uma vitória expressiva já no primeiro turno.
O resultado representa ainda um duro revés para Wellington Fagundes. Senador experiente e um dos políticos mais longevos de Mato Grosso, Wellington percorreu o Estado tentando transformar sua estrutura política e partidária em votos, mas terminou muito distante do governador.
Continuidade vence nas urnas
Durante a campanha, Pivetta apostou na continuidade das ações iniciadas durante a administração de Mauro Mendes, especialmente nas áreas de infraestrutura, educação, saúde e investimentos públicos.
A estratégia permitiu ao governador associar sua candidatura ao legado administrativo do grupo que governa Mato Grosso e, simultaneamente, construir uma identidade própria.
O eleitor respondeu nas urnas: Pivetta não apenas venceu. Venceu no primeiro turno e com uma diferença superior a 38 pontos percentuais sobre Wellington na apuração que confirmou sua eleição.
A partir de janeiro de 2027, Otaviano Pivetta inicia um mandato conquistado diretamente nas urnas e passa a ocupar definitivamente o centro do tabuleiro político de Mato Grosso.
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