SAÚDE PÚBLICA

Projeto em Várzea Grande busca facilitar acesso de pacientes a tratamentos com canabidiol

Proposta prevê orientação a usuários do SUS e familiares sobre documentação, direitos e procedimentos necessários para obtenção de medicamentos prescritos

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Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de Várzea Grande pretende criar uma política de orientação e encaminhamento para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que tenham prescrição médica de medicamentos à base de canabidiol. A iniciativa é de autoria do vereador Ider Jacintho da Silva (PSDB).

A proposta busca simplificar procedimentos administrativos e ampliar o acesso às informações necessárias para que pacientes e familiares consigam dar andamento aos processos relacionados ao tratamento.

O texto foi encaminhado na quarta-feira (30) à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), responsável pela análise da constitucionalidade, legalidade e técnica legislativa antes de eventual apreciação em plenário.

Entre as medidas previstas estão orientações sobre a documentação exigida pelos órgãos competentes, divulgação dos direitos dos pacientes e dos serviços disponíveis pelo SUS, além da realização de campanhas educativas. As ações deverão seguir as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a legislação sanitária vigente.

A matéria também estabelece limites para a atuação do município. O projeto não cria obrigação automática para que a Prefeitura forneça, adquira, importe ou dispense medicamentos à base de canabidiol, nem altera atribuições dos governos estadual e federal na assistência farmacêutica.

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Conforme o texto, qualquer ação decorrente da futura política deverá respeitar os protocolos clínicos e as normas sanitárias em vigor.

Na justificativa, Ider Jacintho afirma que pacientes enfrentam dificuldades para encontrar informações e compreender os procedimentos necessários para ter acesso a tratamentos prescritos por profissionais de saúde. Segundo o vereador, a falta de orientação pode atrasar ou até inviabilizar o início do tratamento.

O parlamentar sustenta ainda que a iniciativa tem caráter social e está alinhada às legislações estadual e federal existentes sobre o uso medicinal do canabidiol.

A proposta também destaca que não prevê a criação de novos órgãos públicos nem a geração imediata de despesas obrigatórias sem previsão orçamentária.

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POLÍTICA MT

Pivetta chega a 53,7% dos votos válidos e deve vencer eleição no primeiro turno

Último levantamento do instituto antes da eleição mostra governador acima dos 50% dos votos válidos; Wellington registra 27,1% e Natasha 16,3%

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O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) alcançou 53,7% dos votos válidos na nova pesquisa do Instituto Veritá para o Governo de Mato Grosso. Wellington Fagundes (PL) aparece com 27,1% e Doutora Natasha (PSD), com 16,3%. Os demais candidatos somam 2,9%.

O cálculo dos votos válidos desconsidera votos brancos e nulos e as respostas que não são atribuídas a candidatos. É esse o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado da eleição.

Pelo levantamento do Veritá, Pivetta aparece 3,7 pontos acima dos 50% dos votos válidos. Ou seja, se confirmado nas urnas, a votação seria suficiente para uma definição da eleição no primeiro turno.

Na rodada anterior, Pivetta tinha 44,1%, Wellington com 36,3% e Natasha com 16,9%. A diferença entre Pivetta e Wellington nos votos válidos, que era de 7,8 pontos na pesquisa anterior, passa numericamente para 26,6 pontos na nova rodada.

O levantamento foi realizado pelo Instituto Veritá por iniciativa própria entre 26 de setembro e 1º de outubro. Foram entrevistados 1.220 eleitores. A margem de erro informada pelo instituto é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Nos percentuais gerais apresentados pelo Veritá, antes do cálculo dos votos válidos, Pivetta registra 51,7% das intenções de voto. Wellington aparece com 26,1% e Natasha com 15,7%. Os demais candidatos, somados aos entrevistados que declararam voto branco ou nulo ou não souberam ou não responderam, representam 6,5%.

Também nesse cenário, a distância numérica entre Pivetta e Wellington é expressiva: 25,6 pontos percentuais.

Na pesquisa anterior divulgada pelo Veritá, Pivetta registrava 39,1%, Wellington 32,3% e Natasha 15% na pesquisa estimulada. Pivetta cresceu 12,6%, enquanto Fagundes caiu 6,2 pontos percentuais. Natasha se manteve estável.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-06765/2026.

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