Pouso forçado

Em vídeo, Júlio Campos tranquiliza apoiadores após pouso forçado de avião em Araguaiana

Deputado não estava a bordo da aeronave no momento do incidente; piloto sofreu apenas um corte no nariz e foi encaminhado para atendimento médico

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O deputado estadual e candidato à reeleição Júlio Campos (União Brasil) tranquilizou apoiadores nesta terça-feira (22) após a aeronave que fazia parte de sua equipe realizar um pouso forçado às margens da rodovia MT-100, em Araguaiana, a 573 quilômetros de Cuiabá. Segundo a assessoria do parlamentar, Júlio já havia desembarcado na cidade para cumprir compromissos de campanha e não estava a bordo quando ocorreu o incidente.

Em um vídeo divulgado após o pouso, Júlio aparece ao lado do piloto e afirmou que todos estavam bem. “Eu não estava a bordo, estava apenas o comandante, mas ele também está bem, teve um pequeno acidente no nariz, mas está tudo em ordem”, declarou o deputado.

De acordo com as informações divulgadas pela assessoria, a aeronave seguia apenas com a equipe técnica quando apresentou um problema que exigiu o pouso de emergência. O avião, identificado pela matrícula PT-VOD, terminou o procedimento em uma área de terra às margens da MT-100. 

O piloto foi encaminhado ao Pronto Atendimento Municipal de Araguaiana para avaliação médica. Ele sofreu um corte superficial no nariz e recebeu atendimento. As informações divulgadas inicialmente indicam que não houve ferimentos graves entre os ocupantes. Há divergência entre relatos publicados sobre o número de pessoas que estavam na aeronave, mas a assessoria informou que Júlio não estava entre elas. 

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A assessoria do parlamentar reforçou que Júlio já havia desembarcado antes do pouso e que a aeronave permaneceu apenas com a equipe técnica. “Informamos que todos os ocupantes estão bem e que a situação foi controlada rapidamente, sem consequências graves”, afirmou a equipe do deputado.

As circunstâncias que levaram ao pouso forçado ainda não foram oficialmente esclarecidas. A aeronave permaneceu em uma área de terra próxima à rodovia após o procedimento de emergência. 

Após o susto, Júlio Campos manteve a agenda política em Araguaiana, onde estava para compromissos com moradores e apoiadores durante a campanha para a reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso. 

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POLÍTICA MT

Pivetta reafirma fim do Fethab II e defende industrialização de soja e milho em Mato Grosso

Em encontro com representantes da bioenergia, governador defendeu agregação de valor à produção, alcoolduto, expansão habitacional e continuidade dos investimentos em infraestrutura com equilíbrio fiscal

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O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), reafirmou nesta terça-feira (22) que não pretende reeditar o Fethab II após o encerramento da atual contribuição adicional. A posição já havia sido anunciada anteriormente pelo governador, com término da vigência previsto para 31 de dezembro de 2026. 

A declaração foi reforçada durante encontro com representantes do setor de bioenergia, em Cuiabá, onde Pivetta também defendeu uma nova etapa de industrialização do Estado, baseada no processamento de uma parcela maior da soja e do milho produzidos em Mato Grosso.

Ao tratar da infraestrutura, Pivetta afirmou que pretende manter o ritmo de pavimentação nas regiões ainda sem acesso asfáltico, com a proposta de executar mil quilômetros por ano. Ao mesmo tempo, defendeu novas alternativas para conservação das rodovias já implantadas, com participação de empresas, organizações locais e associações.

“Nas regiões que ainda não receberam asfalto, nós temos o projeto de mil quilômetros por ano. Mas também precisamos cuidar das estradas que já existem. Podemos encontrar uma forma mais simples de fazer essa zeladoria, envolvendo empresas, organizações locais e associações”, afirmou.

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A habitação também entrou na pauta. Segundo Pivetta, a intenção é ampliar as ações nos municípios que apresentam crescimento impulsionado pelo agronegócio e pela indústria, mantendo investimentos públicos sem comprometer o equilíbrio das contas estaduais.

Nesse contexto, o governador citou a classificação fiscal de Mato Grosso e afirmou que a manutenção das contas organizadas é uma das condições para dar continuidade aos investimentos.

“Não é à toa que nós temos nota A do Tesouro Nacional e estamos mantendo essa nota”, declarou.

Mais industrialização

No setor produtivo, Pivetta destacou o crescimento do etanol de milho e defendeu que Mato Grosso amplie a transformação de suas matérias-primas antes de comercializá-las.

“É um fenômeno novo, o etanol de milho, uma fonte de biocombustível extremamente promissora. A nossa vontade é avançar tanto no esmagamento da soja quanto na transformação do milho em proteína”, disse.

A estratégia apresentada busca ampliar a industrialização dentro do próprio Estado, agregando valor à produção agrícola e fortalecendo cadeias produtivas ligadas aos biocombustíveis e à produção de proteína.

Pivetta também mencionou a necessidade de ampliar a infraestrutura para acompanhar o crescimento da produção de etanol e citou a implantação de um alcoolduto como alternativa logística para o setor.

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Fethab II

A decisão de não reeditar o Fethab II já havia sido anunciada por Pivetta em abril e reiterada em agosto. A contribuição adicional tem vigência até 31 de dezembro de 2026, e entidades representativas do setor produtivo vinham defendendo seu encerramento. 

Durante o encontro desta terça-feira, Pivetta vinculou a continuidade dos investimentos públicos à manutenção da responsabilidade fiscal e defendeu previsibilidade para produtores e empresários que pretendem ampliar investimentos em Mato Grosso.

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