Eleições 2026

Mauro confirma ausência em debate ao Senado e prioriza agenda em quatro cidades de MT

Candidato mantém compromissos no interior ao lado de Otaviano Pivetta nesta quinta-feira (17)

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União) confirmou que não participará do debate entre os candidatos à vaga por Mato Grosso promovido pela TV Vila Real nesta quinta-feira (17). No mesmo período, o ex-governador cumpre uma agenda de campanha em quatro municípios do interior do Estado, ao lado do governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos). 

A programação começa em Ipiranga do Norte, onde Mauro participa da Abertura Nacional do Plantio da Soja da safra 2026/2027, realizada na Fazenda Horizontina. O evento reúne produtores, autoridades e representantes do agronegócio e marca o início oficial de um novo ciclo da produção de soja em Mato Grosso. 

Na sequência, Mauro e Pivetta seguem para Brasnorte, onde estão previstas uma visita à MT-242 e uma reunião com lideranças do Assentamento Tibagi. Em Sapezal, a agenda inclui uma visita ao canteiro de obras do programa SER Família Habitação, no bairro Jardim Primavera, além de encontros com empresários e lideranças locais. 

O último compromisso será em Campo Novo do Parecis, onde o candidato tem atividades na Casa 10 municipal e visitas ao Projeto Craque Nota 10 e ao programa de prevenção às drogas AGEM. 

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O debate da TV Vila Real ocorre na manhã desta quinta-feira e reúne candidatos ao Senado. Mauro já havia sinalizado anteriormente que avaliaria individualmente os convites para confrontos eleitorais e chegou a questionar o formato de debates anteriores, que classificou como “show de horrores”. 

Com a decisão, enquanto os demais candidatos participam do confronto televisionado, Mauro mantém uma agenda presencial no interior, concentrada em encontros com eleitores, lideranças políticas e representantes de setores produtivos. 

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POLÍTICA MT

Pivetta cita delação de Silval e associa adversário a modelo que, segundo ele, eleitor rejeita

Candidato à reeleição afirmou que mais de 133 prefeitos apoiam sua candidatura e atribuiu adesão à relação mantida pelo Estado com os municípios

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O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) voltou a criticar o senador Wellington Fagundes (PL), adversário na disputa pelo Governo de Mato Grosso, ao fazer referência à delação premiada do ex-governador Silval Barbosa. Embora não tenha citado Wellington nominalmente, Pivetta afirmou que um dos candidatos ao Palácio Paiaguás foi mencionado na colaboração e associou o grupo político ao qual se referiu a episódios que classificou como de “corrupção e incompetência”.

“Eu represento um modelo de gestão que vai evoluir se eu continuar [como governador]. Diferente de outros: corrupção e incompetência. Um dos candidatos foi delatado pelo Silval Barbosa. Ele participava do ‘governo Silval’. Muito provavelmente, esses atores querem voltar e é isso que o povo rejeita”, declarou Pivetta.

A referência diz respeito à delação firmada por Silval Barbosa em 2017, no contexto dos desdobramentos da Operação Sodoma. As declarações feitas em colaboração premiada constituem elementos de investigação e, isoladamente, não equivalem a uma condenação.

Pivetta também relacionou o posicionamento de prefeitos de Mato Grosso ao modelo de gestão que afirma ter adotado durante seu mandato. Segundo o governador, mais de 133 prefeitos apoiam sua candidatura à reeleição, e a adesão ocorreria, entre outros fatores, pela relação mantida entre o Governo do Estado e as administrações municipais.

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O candidato afirmou que os municípios receberam recursos e apoio estadual independentemente da filiação partidária ou do posicionamento político dos prefeitos. Na avaliação apresentada por Pivetta, essa postura teria fortalecido a parceria entre o Estado e os gestores.

“É isso que os prefeitos rejeitam, porque já experimentaram isso. Nunca um prefeito foi procurado por alguém do Governo do Estado [durante a gestão dele] pedindo nada”, afirmou.

Pivetta acrescentou que prefeitos de diferentes partidos continuaram recebendo recursos estaduais e declarou que, em sua avaliação, isso contribuiu para que parte dos gestores municipais apoiasse sua candidatura.

“Todos os prefeitos, independentemente de partido político, receberam os recursos do Estado e vão continuar recebendo, por isso os prefeitos optaram pelo meu nome. Por representar a segurança de que o Estado vai continuar parceiro dos municípios”, completou.

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