SAÚDE

Planejamento do próximo ciclo do Proadi-SUS orienta visita técnica ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz

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A execução dos projetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e as prioridades para o próximo triênio estiveram no centro da visita institucional realizada nesta sexta-feira (10) ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), em São Paulo. A agenda reuniu representantes do Ministério da Saúde e da instituição para discutir iniciativas voltadas à gestão, à pesquisa, à inovação e à formação de profissionais para o SUS.

Participante do Proadi-SUS desde o primeiro triênio do programa, entre 2009 e 2011, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz desenvolve projetos nas áreas de gestão em saúde, capacitação de recursos humanos, pesquisa e avaliação de tecnologias em saúde. As iniciativas da instituição alcançam os 27 estados brasileiros e mais de 3,5 mil municípios.

Criado para apoiar políticas públicas de saúde por meio da cooperação entre o Ministério da Saúde e hospitais de excelência, o Proadi-SUS desenvolve projetos de interesse público nas áreas de gestão em saúde, pesquisa, avaliação de tecnologias, inovação e formação de profissionais. As iniciativas buscam subsidiar o desenvolvimento de soluções voltadas ao aperfeiçoamento da gestão e da assistência no Sistema Único de Saúde.

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“O Proadi-SUS é um instrumento de cooperação entre o Ministério da Saúde e os hospitais de excelência que contribui para o desenvolvimento de projetos de interesse do SUS. A visita permitiu acompanhar a execução das iniciativas em andamento e discutir as prioridades que deverão orientar o planejamento do próximo triênio, em alinhamento com as necessidades identificadas pelas áreas técnicas do Ministério da Saúde”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda.

No atual triênio, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz possui 30 projetos aprovados no âmbito do programa, distribuídos entre desenvolvimento de técnicas e operação de gestão em serviços de saúde, capacitação de recursos humanos, pesquisa de interesse público em saúde e estudos de avaliação e incorporação de tecnologias.

Durante a agenda, também foram apresentadas as prioridades estratégicas que servirão de referência para a elaboração dos projetos do sétimo triênio do Proadi-SUS. Entre os temas discutidos estão o aprimoramento da Atenção Primária à Saúde, da Atenção

Especializada, da saúde digital, da pesquisa e inovação, da vigilância em saúde, da educação permanente e das capacidades de gestão do Sistema Único de Saúde.

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A programação incluiu, ainda, visitas técnicas a áreas assistenciais do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, como hemodinâmica, oncologia, pronto atendimento e farmácia de diluição, onde foram apresentadas experiências relacionadas aos projetos desenvolvidos pela instituição no âmbito do Proadi-SUS.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Campanha Nacional de Multivacinação encerra nesta terça-feira (1º) com mais de 8 milhões de doses aplicadas

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A Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira (1º) com mais de 8 milhões de doses aplicadas em todo o país. A mobilização, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios, ampliou o acesso à vacinação e incentivou pais e responsáveis a verificarem a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. No Dia D, realizado em 22 de agosto, mais de 1 milhão de doses foram aplicadas.

O encerramento da campanha não significa o fim da oferta dos imunizantes. As vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação permanecem disponíveis regularmente no SUS, nos pontos de vacinação organizados pelos estados e municípios. Somente em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 198 milhões de doses de vacinas em todo o país.

Pais e responsáveis ainda podem aproveitar o último dia da mobilização para procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização do Calendário Vacinal. A vacinação é feita de acordo com o histórico de cada criança ou adolescente: após a avaliação da caderneta, os profissionais de saúde identificam quais vacinas são necessárias para iniciar, completar ou atualizar o esquema recomendado.

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A vacinação protege contra diversas doenças, entre elas formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza, covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, infecções pelo HPV e dengue.

Pneumo 20 integra campanha pela primeira vez

Uma das novidades desta edição é a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante passa a integrar a estratégia de multivacinação e amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites. A vacina é indicada para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

Reforço contra o sarampo em São Paulo

A vacinação contra o sarampo também foi intensificada nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Neste ano, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 13 milhões de doses da tríplice viral aos estados e ao Distrito Federal. Desse total, mais de 6,8 milhões foram destinadas ao estado de São Paulo, mais de 3,1 milhões foram aplicadas.

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Em 2025, foram registrados 38 casos de sarampo importados ou relacionados à importação no país. As ocorrências foram controladas com ações de bloqueio vacinal, busca ativa e reforço da vigilância nas regiões afetadas. O Brasil segue livre da circulação endêmica do sarampo.

Vacinas disponíveis

A campanha contempla os imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação, aplicados conforme a idade e a situação vacinal de cada pessoa: 

  • BCG;
  • Hepatite B recombinante;
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Pólio inativada VIP;
  • Rotavírus humano;
  • Pneumo 10-v e 20-v;
  • Meningo C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningo ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • Pneumo 23-v;
  • dT;
  • HPV 4;
  • Dengue tetravalente.

Amanda Milan
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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