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Polícia Militar detém quadrilha de faccionados e resgata homem mantido refém

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Policiais militares do 11º Batalhão resgataram, na noite desta quinta-feira (28.5), um homem, de 32 anos, mantido em cárcere privado por integrantes de uma facção criminosa, em Sinop. Na ação, oito pessoas foram presas em flagrante.

As equipes do Grupo de Apoio realizavam patrulhamento operacional quando receberam informações sobre um possível sequestro, em que a vítima estaria submetida a um “tribunal do crime”.

Diante das informações, os policiais se deslocaram imediatamente até o endereço, com apoio da equipe do bairro São Cristóvão. Ao se aproximarem da residência, os militares flagraram suspeitos pulando muros e telhados na tentativa de fugir.

Os policiais militares abordaram três homens e duas mulheres. Nas buscas pela região, os policiais localizaram ainda outros três suspeitos escondidos após fugirem pelos telhados e muros das casas vizinhas.

A vítima relatou aos policiais que estava amarrado e sendo ameaçado de morte pelos criminosos, que suspeitavam que ele integrasse uma facção rival. O homem ressaltou que só foi desamarrado quando os suspeitos perceberam a chegada das viaturas.

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A vítima contou ainda que é natural do Estado de São Paulo e estava na cidade a trabalho, participando da Exponorte. Ele ressaltou que foi até uma barbearia no bairro Menino Jesus para cortar o cabelo, quando acabou sendo surpreendido pelos suspeitos, que chegaram em um veículo Fiat Uno e o sequestraram sob ameaça.

Todos os envolvidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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