POLÍTICA NACIONAL
Girão condena gastos do governo Lula com viagens
Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (19), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou os gastos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com viagens nacionais e internacionais. Ele afirmou que essas despesas ultrapassaram R$ 2 bilhões somente no ano passado.
Segundo Girão, o governo mantém elevados os gastos com comitivas, hotéis e deslocamentos oficiais. E apontou o contraste disso com as dificuldades econômicas enfrentadas pela população.
— Foi R$ 1,8 bilhão em viagens nacionais e R$ 249 milhões em internacionais, só em um ano, do seu dinheiro. Você, que paga imposto, olha o que essa turma está fazendo com o seu dinheiro. (…) Os destinos mais visitados foram Paris, Genebra, Pequim e Washington. E sempre acompanhado por comitivas que ficam hospedadas em hotéis luxuosos, com diárias de até R$ 600 mil — disse.
Banco Master
No mesmo pronunciamento, o senador elogiou a atuação da Polícia Federal e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça nas investigações sobre o Banco Master. Ele voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar esse escândalo.
— O meu cumprimento ao ministro André Mendonça, por ontem [segunda-feira] ter mudado o status da cela do criminoso [Daniel] Vorcaro, já que não se apresentou absolutamente nada de novidade [em relação à sua proposta de delação]. Ele [Vorcaro] parece estar blindando justamente os poderosos que a mídia já revelou. A Polícia Federal e o ministro André Mendonça colocaram o Vorcaro em seu devido lugar, uma cela comum, para que ele resolva entregar os peixes graúdos — declarou Girão, referindo-se ao fato de que Vorcaro antes estava preso em um espaço especial.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Conselho de Ética analisa representação contra o deputado Marcos Pollon nesta quarta-feira
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados transferiu para esta quarta-feira (20), às 14 horas, a votação de representação da Mesa Diretora contra o deputado Marcos Pollon (PL-MS). A votação estava marcada para esta terça-feira (19), mas foi adiada em razão do início da Ordem do Dia do Plenário.
Pollon é acusado de ter feito declarações de cunho ofensivo e depreciativo contra o presidente da Câmara, Hugo Motta, durante manifestação em Campo Grande, em agosto do ano passado.
O relator da representação, deputado Ricardo Maia (MDB-BA), mudou seu parecer e reduziu a suspensão do mandato de Marcos Pollon de 90 dias para 60 dias. Ricardo Maia lamentou a postura de lideranças políticas que não reconheceram o resultado das eleições de 2022.
“A política só pode ter razão quando a fazemos para as pessoas. Enquanto fizermos política para partido ou para líder político, nós não falamos, só replicamos o que colocam em grupo de WhatsApp e deixam muitos alienados, na direita e na esquerda.”
Marcos Pollon apresentou sua defesa ao Conselho de Ética nesta terça-feira (19). Ele explicou que, na manifestação, cobrava o presidente da Câmara para pautar o projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
“É a dor das pessoas que move todos os políticos, independentemente das diferenças ideológicas. Foi com esta perspectiva que cumpri todo meu mandato”, defendeu-se. “Há um sofrimento sem medida e sem justificativa para estas pessoas.”
Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Geórgia Moraes
Fonte: Câmara dos Deputados
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