POLÍTICA NACIONAL

Hermes Klann defende divulgação de imagens de furtos em comércios

O senador Hermes Klann (PL-SC), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (19), defendeu o projeto de lei (PL 3.630/2025), conhecido como PL dos Amostradinhos, que autoriza comerciantes a divulgarem imagens de câmeras de segurança para identificação de autores de furtos e roubos em flagrante. A proposta é de autoria da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e tem relatoria do senador Esperidião Amin (PP-SC)

Segundo o parlamentar, o crescimento dos furtos no comércio tem provocado insegurança entre empreendedores e ampliado a sensação de impunidade. Klann afirmou que interpretações jurídicas impedem atualmente a divulgação das imagens, mesmo quando os registros podem auxiliar na identificação dos infratores.

— Atualmente, quando o infrator é filmado em flagrante, a vítima fica impedida de divulgar as imagens do furto ou do roubo, porque interpretações jurídicas distorcidas podem estimular processo por divulgação de imagens não autorizadas.>Dessa forma, empreendedor sofre duplamente: primeiro, nas mãos do delinquente, que furta os bens de seu estabelecimento; e, segundo, torna-se penalizado por um sistema judicial que favorece, indiscriminadamente, a divulgação de qualquer imagem — disse.

Leia Também:  Parlamentares da CPMI do INSS divergem sobre votação de quebra de sigilos na semana passada

O senador afirmou que comerciantes vivem sob medo constante diante da recorrência de furtos e da dificuldade de reação. Segundo ele, o Senado precisa dar uma resposta legislativa para garantir maior proteção aos empreendedores e fortalecer o combate aos crimes patrimoniais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Conselho de Ética analisa representação contra o deputado Marcos Pollon nesta quarta-feira

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados transferiu para esta quarta-feira (20), às 14 horas, a votação de representação da Mesa Diretora contra o deputado Marcos Pollon (PL-MS). A votação estava marcada para esta terça-feira (19), mas foi adiada em razão do início da Ordem do Dia do Plenário.

Pollon é acusado de ter feito declarações de cunho ofensivo e depreciativo contra o presidente da Câmara, Hugo Motta, durante manifestação em Campo Grande, em agosto do ano passado.

O relator da representação, deputado Ricardo Maia (MDB-BA), mudou seu parecer e reduziu a suspensão do mandato de Marcos Pollon de 90 dias para 60 dias. Ricardo Maia lamentou a postura de lideranças políticas que não reconheceram o resultado das eleições de 2022.

“A política só pode ter razão quando a fazemos para as pessoas. Enquanto fizermos política para partido ou para líder político, nós não falamos, só replicamos o que colocam em grupo de WhatsApp e deixam muitos alienados, na direita e na esquerda.”

Leia Também:  Humberto critica proposta que amplia foro privilegiado para políticos

Marcos Pollon apresentou sua defesa ao Conselho de Ética nesta terça-feira (19). Ele explicou que, na manifestação, cobrava o presidente da Câmara para pautar o projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

“É a dor das pessoas que move todos os políticos, independentemente das diferenças ideológicas. Foi com esta perspectiva que cumpri todo meu mandato”, defendeu-se. “Há um sofrimento sem medida e sem justificativa para estas pessoas.”

Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA