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Capacitação para Varas Criminais reforça precisão e organização das rotinas internas

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Nesta quinta-feira (05 de março), a Turma 3 da Etapa II da Capacitação e Atualização em Atos da Secretaria das Varas Cíveis e Criminais reúne servidores(as) das Varas Criminais e equipes da Central de Processamento Eletrônico (CPE) para um dia de atualização essencial para quem atua em um segmento marcado por prazos sensíveis, documentos específicos e procedimentos que exigem rigor técnico.

A formação dessa turma, que segue até o dia 26 de março, aborda fluxos internos que sustentam a regularidade dos feitos criminais, com foco na precisão dos atos, na conferência documental e na estruturação adequada dos autos. Ao investir na atualização das equipes, o Tribunal reforça a importância de processos criminais claros, bem organizados e compatíveis com as normas de fiscalização e orientação da Corregedoria-Geral da Justiça.

A iniciativa segue as diretrizes da Resolução CNJ nº 192/2014, que orienta a formação continuada dos servidores do Judiciário. Como nas demais turmas, é exigida participação mínima de 75% e presença registrada. Em caso de desistência sem justificativa, aplica-se o reembolso previsto no Provimento TJMT/CM n° 14/2014.

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📌 Inscrições – Turma 3:

https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/06000000-0aa7-0a58-fe69-08de59e6a6fe

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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