POLICIAL

Polícia Militar detém cinco faccionados, apreende arma de fogo e munições

Publicados

em

Policiais militares do 6º Batalhão conduziram cinco pessoas em flagrante, na noite desta quarta-feira (4.5), suspeitos de integrarem uma facção criminosa, em Cáceres. Os militares apreenderam um revólver, 101 munições de calibres diversos, um carregador e uma porção de maconha. Entre os detidos estão três homens, de 15, 16 e 23 anos e duas mulheres, de 13 e 14 anos.

Durante desdobramento da Operação Força Total – Território Livre, as equipes, com apoio da Força Tática e dos militares da inteligência, receberam informações de que uma quadrilha ligada a uma facção criminosa estava reunida de frente uma casa, no bairro Valter Fidelis, planejando executar rivais no município.

Em rondas pela região, os policiais militares flagraram três integrantes da quadrilha entrando em um carro de aplicativo e deixando o local. As equipes realizaram abordagem do veículo e identificaram três menores de idade. O trio confessou que buscaria uma arma de fogo em uma casa no bairro Rodeio.

Após o relato, as equipes se deslocaram até o endereço, onde funciona uma serralheria e identificaram um homem correndo para os fundos do local, sendo detido em seguida. As equipes encontraram uma bolsa contendo algumas munições, um carregador e um revólver que estava escondido no corredor.

Leia Também:  Polícia Militar prende homem com dez passagens criminais que roubou supermercado em Cuiabá

Posteriormente, os policiais militares retornaram até a casa no bairro Valter Fidelis e flagraram uma adolescente tentando esconder outras munições e uma porção de maconha. Os detidos foram conduzidos à delegacia e uma equipe do Conselho Tutelar foi acionada para acompanhar registro da ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Casal é preso com armas de fogo e porções de drogas em Sorriso

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Militar recupera veículo furtado e liberta adolescente mantido refém

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA