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Polícia Militar recupera veículo furtado e liberta adolescente mantido refém

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Policiais militares do município de São José do Povo recuperaram um veículo furtado e libertaram um adolescente, de 13 anos, mantido como refém, na noite desta terça-feira (9.9). Na ação, o suspeito de 40 anos foi interceptado após atirar contra a PM, durante perseguição.

Por volta das 20h, a Polícia Militar foi acionada pela mãe de um adolescente de 13 anos, que denunciou o sequestro do filho por um homem em um carro modelo Strada, com registro de furto. Diante da situação informada e das características do veículo, os policiais iniciaram patrulhamento na cidade e localizaram o carro transitando pela rodovia MT-270.

Os militares iniciaram procedimento de abordagem e o suspeito desrespeitou as ordens de parada, continuando em alta velocidade. A PM seguiu em perseguição ao carro, em um trajeto de aproximadamente cinco quilômetros. Os policiais efetuaram disparos nos pneus do veículo, interrompendo a fuga do criminoso, que chocou o carro em um barranco.

O suspeito desceu do veículo, sacou uma arma de fogo e atirou três vezes contra os militares, que revidaram a ação e o atingiram com um tiro. Ele foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde, onde permanece internado e sob custódia policial. Com o criminoso, foi apreendido um revólver de calibre .22.

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O adolescente foi encontrado dentro do carro e resgatado sem ferimentos. Para os policiais, a vítima afirmou que, durante a fuga, o suspeito relatou que iria pedir resgate à família pelo sequestro e que estava furtando o carro para quitar uma dívida.

Os policiais militares seguiram com o carro recuperado até a delegacia da cidade, onde registraram boletim de ocorrência do caso, que foi entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Contra o suspeito, também foram identificadas passagens policiais por crimes de tráfico de drogas, direção perigosa, porte ilegal de arma e roubo.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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