MATO GROSSO

Hospital Regional de Sorriso recebe novos ventiladores pulmonares

O Hospital Regional de Sorriso, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), recebeu 15 novos ventiladores pulmonares para fortalecer a assistência aos pacientes com dificuldades respiratórias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e nas alas de internação. O investimento feito pela SES foi de R$ 68.040,50 em cada aparelho.

“A Secretaria trabalha com muito planejamento para modernizar todos os hospitais estaduais. Investimos cerca de R$ 1 milhão nestes 15 ventiladores pulmonares, que são fundamentais para o suporte respiratório de pacientes em estado crítico”, explicou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, a entrega reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso em aprimorar a infraestrutura do Parque Tecnológico da Saúde.

“Assim promovemos melhores condições de trabalho para os profissionais, contribuímos diretamente para o cuidado de pacientes com dificuldades respiratórias e garantimos uma assistência segura e de qualidade à população mato-grossense”, disse.

A diretora do Hospital Regional de Sorriso, Ione Carvalho, acrescenta que toda a equipe de fisioterapia e enfermagem passou por treinamento para aprender as funcionalidades específicas dos novos aparelhos.

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“A chegada destes equipamentos vai ampliar a qualidade e a segurança no atendimento aos pacientes da Macrorregião Norte, oferecendo maior suporte às equipes multiprofissionais que atuam diariamente no cuidado de casos de alta complexidade”, afirmou.

Com a chegada dos novos equipamentos, a unidade passa a contar com 28 ventiladores pulmonares. O Hospital Regional de Sorriso dispõe de 20 leitos de UTI, 2 leitos de box de emergência, 7 leitos de observação e 111 leitos de internação.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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