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Audiência pública no dia 11 vai discutir estadualização do Hospital de Câncer de Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em votação única durante a 70ª Sessão Ordinária, realizada em 22 de outubro, o Requerimento nº 674/2025, de autoria do deputado estadual Dr. João (MDB), que solicita a realização de audiência pública para debater a estadualização do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCan).

O encontro está marcado para o dia 11 de novembro, às 14h, no auditório Milton Figueiredo, na sede da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e reunirá representantes do poder público, entidades médicas, órgãos de controle e a direção do hospital.

Entre os convidados, estão o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo; o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Diogo Leite Sampaio; o presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Marco Antônio Norberto Felipe, e o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo, além da equipe gestora do Hospital de Câncer.

Segundo o deputado Dr. João, que integra a Comissão de Saúde da ALMT, o objetivo da audiência é discutir soluções concretas para garantir o pleno funcionamento do hospital, que enfrenta sérias dificuldades estruturais e financeiras, mesmo após o aumento do repasse estadual anunciado no ano passado.

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“O Hospital de Câncer é uma instituição essencial, que salva vidas todos os dias, mas está sobrecarregado. Temos recebido inúmeras denúncias de pacientes e profissionais sobre a falta de insumos, exames suspensos e equipamentos quebrados. A estadualização pode ser um caminho para dar estabilidade à gestão, mas o mais importante é encontrarmos, juntos, uma solução definitiva para o atendimento oncológico em Mato Grosso”, afirmou o parlamentar.

Dr. João já havia cobrado providências da Secretaria de Estado de Saúde durante reunião da Comissão de Saúde, destacando que muitos compromissos firmados com a unidade ainda não foram cumpridos, como a ampliação do pronto atendimento, a modernização dos serviços e a garantia de um fluxo contínuo de repasses.

“Temos que trabalhar com transparência. Não é possível que um hospital desse porte tenha pacientes fazendo vaquinhas para comprar cateter infantil ou viajando quilômetros para encontrar equipamentos quebrados. Esse tipo de situação é desumana e precisa ser corrigida com urgência”, reforçou.

A audiência pública será transmitida ao vivo pelos canais oficiais da TV e Rádio Assembleia, com espaço para participação de autoridades, profissionais de saúde, representantes de entidades e da sociedade civil.

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“Nosso compromisso é com a vida e com o direito à saúde. Vamos ouvir, propor e agir para que o Hospital de Câncer volte a atender os mato-grossenses com dignidade, qualidade e eficiência”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta cresce seis pontos e chega a 29% na disputa pelo Governo de MT

Levantamento mostra avanço do governador no primeiro turno, enquanto senador mantém 27%; pesquisa também mediu segundo turno, rejeição e avaliação da gestão estadual

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A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Governo de Mato Grosso mostra Otaviano Pivetta (Republicanos) com 29% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto Wellington Fagundes (PL) registra 27%. Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

Na comparação com o levantamento realizado em agosto, Pivetta passou de 23% para 29%, uma alta de seis pontos percentuais. Wellington permaneceu com os mesmos 27%. Doutora Natasha (PSD) aparece na terceira posição, com 11%, ante 8% na pesquisa anterior. 

Sargento Laudicério (Agir) e Maurício Coelho (Mobiliza) aparecem com 2% cada, enquanto Rafaell Milas (Missão) tem 1%. Os que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato somam 22%, e 6% estão indecisos.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Pivetta registra 16%, ante 9% em agosto. Wellington passou de 6% para 9%, enquanto Natasha subiu de 1% para 4%. Os indecisos representam 65% nessa modalidade. 

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O levantamento também indica que 64% dos entrevistados afirmam que a escolha atual é definitiva, enquanto 35% dizem que ainda podem mudar o voto até a eleição.

Nas simulações de segundo turno, Wellington aparece com 41% diante de 36% de Pivetta. Considerando a margem de erro, os dois estão tecnicamente empatados nesse cenário. Contra Natasha, Wellington registra 48%, enquanto a candidata do PSD soma 27%. Em uma disputa entre Pivetta e Natasha, os percentuais são de 46% e 29%, respectivamente. 

A pesquisa também perguntou qual é o principal problema de Mato Grosso. A saúde foi a área mais citada, com 36%, seguida por violência, com 13%, e infraestrutura, com 10%. Corrupção e economia aparecem com 6% cada, enquanto educação foi mencionada por 5%. Outros problemas somam 12%, 2% disseram não identificar problemas e 10% não souberam ou não responderam. 

No levantamento sobre conhecimento e disposição de voto, 33% dos entrevistados disseram conhecer Wellington Fagundes e não votar nele. No caso de Pivetta, esse índice é de 20%. Entre os entrevistados, 42% disseram conhecer e votar em Pivetta, contra 37% de Wellington e 17% de Natasha. 

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A Quaest também mediu a percepção sobre o governo estadual. A gestão é aprovada por 51% dos entrevistados e desaprovada por 10%, enquanto 39% não souberam ou não responderam. Na avaliação da administração, 42% classificaram o governo de forma positiva, 27% como regular e 5% como negativa. Outros 26% não responderam. 

Outro questionamento abordou a sucessão do ex-governador Mauro Mendes. Segundo o levantamento, 61% responderam que Mendes “merece eleger um sucessor”, enquanto 22% disseram que não e 17% não souberam ou não responderam. Na pesquisa anterior, os percentuais eram de 55%, 26% e 19%, respectivamente. 

A Quaest ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança informado é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-08098/2026 e BR-09594/2026. 

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