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Polícia Militar prende dois faccionados e apreende revólver furtado de empresa em Cáceres

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Policiais militares prenderam dois homens de 24 e 26 anos, membros de uma facção criminosa, por porte ilegal de arma de fogo e receptação, na manhã desta terça-feira (14.10), em Cáceres. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver, 15 munições, um facão e porções de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu denúncias sobre uma residência que estaria abrigando um grupo de pessoas ligadas a facções criminosas, com grande movimentação de pessoas suspeitas.

Os policiais militares do 6º Batalhão e da Força Tática do 6º Comando Regional se deslocaram ao endereço e flagraram um Chevrolet Cruze branco saindo da casa com duas pessoas. Os militares se aproximaram para abordagem, e o condutor do carro iniciou fuga em alta velocidade.

Durante o acompanhamento, o suspeito fez diversas manobras perigosas, colocando a vida de transeuntes em risco. Eles também desrespeitaram as ordens de parada. Após algum tempo de acompanhamento, os policiais deram um disparo de arma de fogo no pneu do carro e interceptaram a fuga da dupla.

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Na abordagem e revista pessoal aos homens, nada de ilícito foi encontrado. Já dentro do carro, os policiais localizaram um revólver calibre .38 com 15 munições intactas e porções de drogas. Em checagem da numeração da arma, foi constatado que se tratava de produto furtado de uma empresa privada.

Diante da situação, os dois integrantes da facção receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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