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Polícia Civil prende homem investigado por roubo cometido em Acorizal

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, prendeu um homem de 31 anos, investigado pelo crime de roubo praticado em fevereiro de 2024, na cidade de Acorizal. A ação ocorreu nesta terça-feira (12.8), no bairro Bela Vista, em Cuiabá, em decorrência de cumprimento de mandado de prisão preventiva.

De acordo com as investigações, em 16 de fevereiro de 2024, o homem invadiu uma residência, onde as vítimas foram rendidas com extrema violência, no momento em que saia de casa, e mantidas sob restrição de liberdade. Sob grave ameaça, foram obrigadas a realizar diversas transferências bancárias, via pix, no valor total de R$ 19 mil reais. Além do dinheiro, o criminoso também subtraiu joias, celulares e um veículo Fiat Strada.

Ainda conforme levantado nas investigações, a conta utilizada pelo assaltante estava em nome de uma mulher, que chegou a ser presa no mesmo dia roubo. Ela chegou a confessar ter cedido seus dados bancários ao investigado, em troca de R$ 200 reais.

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Com base nas provas colhidas no curso das investigações, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva em desfavor do alvo, que permaneceu foragido por meses até ser localizado e preso pelas equipes da Derf Cuiabá.

“Essa prisão representa um avanço significativo no enfrentamento a crimes patrimoniais qualificados, especialmente aqueles em que criminosos especializados fornecem suporte logístico e financeiro para a prática de roubos com grave violência e restrição de liberdade das vítimas”, disse o delegado responsável pela condução das investigações, Daniel Machado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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