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Rotam prende homem por roubo de motorista de aplicativo e recupera veículo

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um homem, de 30 anos, pelo crime de roubo, na manhã desta terça (7.10), em Várzea Grande. O criminoso é suspeito de roubar um veículo HB20 de um motorista de aplicativo na noite desta segunda (6). Com ele, também foi apreendido um simulacro de arma de fogo.

A equipe policial foi acionada após a ocorrência do roubo de um veículo HB20. De acordo com o relato da vítima, que trabalha como motorista de aplicativo, ele aceitou uma corrida no bairro Cohab São Gonçalo em direção ao bairro Ponte Nova.

Ainda na denúncia, o motorista afirmou que, ao chegar no destino, foi surpreendido pelo passageiro que anunciou o assalto utilizando uma arma de fogo. A vítima ainda disse que documentos pessoais, cartões de crédito e um notebook também foram roubados.

Nas diligências do crime, os militares da Rotam receberam informações de que o veículo possuía rastreamento ativo e identificaram que o carro estava em um motel no Jardim dos Estados, ainda em Várzea Grande.

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Ao chegar no local, os policiais localizaram o veículo e o suspeito em um dos quartos. Durante a abordagem, o homem portava um simulacro de pistola e foi identificado pela vítima.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com material apreendido, para as providências que o caso requer. O veículo HB20 e demais pertences foram devolvidos à vítima.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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