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Polícia Civil prende quinto criminoso envolvido em sequestro e homicídio de adolescente decapitada

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Policiais da Delegacia de Lucas do Rio Verde prenderam nesta tarde de terça-feira (26.12) mais um dos indiciados pelo sequestro, homicídio e ocultação de cadáver de uma adolescente. O crime ocorreu no início de setembro e o corpo da menor foi encontrado dias depois, enterrado em uma área de mata próxima ao bairro Tessele Junior.

J.C.G., 35 anos, foi indiciado junto com outros cinco investigados pelos crimes e estava com mandado de prisão expedido pela Comarca de Lucas do Rio Verde. Ele foi preso no bairro Jardim das Palmeiras.

Dos seis indiciados pelos crimes que vitimaram Yasmin Estefania Alves Ribeiro, de 15 anos, cinco deles já foram presos pela Polícia Civil.

Desaparecimento

O corpo de Yasmin foi localizado, enterrado em uma cova rasa, no dia 09 de setembro. A perícia da Politec apontou que a vítima foi alvejada com, no mínimo, seis disparos, sendo três na cabeça, e ainda foi decapitada.

Quatro dias antes, ela desapareceu após ser sequestrada de sua residência por dois suspeitos. Desde a data do registro, a Delegacia de Lucas do Rio Verde iniciou as diligências e no dia seis de setembro prendeu dois envolvidos, que confessaram a participação no crime.

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A equipe da Delegacia recebeu informações de que o terceiro envolvido na ação criminosa estava se escondendo em um barraco, o mesmo local para onde a vítima foi levada após ser sequestrada.

No local, os policiais prenderam o terceiro criminoso, que confessou os crimes e relatou que junto com os comparsas, um deles o que forneceu o veículo Gol usada no sequestro, levaram a vítima até o bairro Tessele Júnior. De lá, eles seguiram com a adolescente até a margem da mata e a entregaram a outros dois criminosos que tinham a missão de executar Yasmin.

Um dos presos indicou aos policiais o ponto onde a vítima foi enterrada. Com auxílio do Corpo de Bombeiros que empregaram um cão farejador, foi localizada a cova com o corpo da vítima.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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