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Oficina abordará gestão de recursos do Escola em Tempo Integral

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Com o objetivo de orientar gestores estaduais e municipais sobre a correta execução dos recursos financeiros do Programa Escola em Tempo Integral (ETI), o Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), promoverá, a partir de quinta-feira, 10 de julho, um ciclo de capacitações virtuais com foco na execução financeira do programa. Ao todo, serão realizados 17 encontros: um de abrangência nacional e outros 16 regionais, voltados às especificidades de cada unidade da Federação (UF).  

Entidade vinculada ao MEC, o FNDE coordena a iniciativa que busca apoiar as redes de ensino na execução da política de educação em tempo integral, com o uso correto dos recursos públicos, para a ampliação da oferta de matrículas em tempo integral no país. 

O primeiro encontro, de caráter nacional, será promovido em parceria com a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), com transmissão ao vivo pelo canal do FNDE no YouTube, às 15h. A partir do dia 14 de julho, os encontros serão regionais, com agendas específicas para os estados e com foco na realidade local dos gestores municipais. 

As capacitações serão gratuitas, com duração de duas horas. Os participantes receberão certificação digital desde que registrem presença até o final do dia. Os encontros ocorrerão pela plataforma Microsoft Teams, com links de acesso já disponibilizados para facilitar a organização por estado. Durante o processo de inscrição, os participantes poderão enviar dúvidas à equipe técnica do FNDE. 

Os encontros contarão com orientações práticas sobre os procedimentos operacionais do programa, esclarecimento de dúvidas frequentes e apresentação de atualizações normativas e novas ferramentas de apoio à gestão. O foco principal está na correta execução dos recursos do primeiro ciclo de pactuação, que devem ser utilizados até 31 de outubro de 2025. Caso não sejam aplicados dentro do prazo, os valores deverão ser devolvidos à União. 

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Veja o cronograma de capacitações virtuais abaixo: 

Data 

Horário 

Estados 

Reunião   

10/07/2025 

15h 

Nacional 

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14/07/2025 

9h às 11h 

Rio de Janeiro + Espírito Santo 

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14h às 16h 

Pará 

Link 

15/07/2025 

9h às 11h 

Piauí + Alagoas + Sergipe 

Link   

14h às 16h 

Amapá + Roraima + Amazonas 

Link  

16/07/2025 

9h às 11h 

Paraíba + Rio Grande do Norte 

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14h às 16h 

Tocantins + Maranhão 

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17/07/2025 

9h às 11h 

Santa Catarina + Mato Grosso do Sul 

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14h às 16h 

Bahia 

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18/07/2025 

9h às 11h 

Pernambuco + Ceará 

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14h às 16h 

Mato Grosso 

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21/07/2025 

9h às 11h 

Goiás + Distrito Federal 

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14h às 16h 

Minas Gerais 

Link 

22/07/2025 

9h às 11h 

Paraná 

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14h às 16h 

Rio Grande do Sul 

Link 

23/07/2025 

9h às 11h 

São Paulo 

Link  

14h às 16h 

Rondônia + Acre 

Link 

 Tempo integral – Lançado em julho de 2023, o Programa Escola em Tempo Integral (ETI) tem como objetivo fomentar matrículas com jornada igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais em todas as etapas e modalidades da educação básica. A política prioriza escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica e oferece assistência técnica e financeira, com propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O programa é gerido pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC e executado financeiramente pelo FNDE. A adesão é voluntária e realizada por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). 

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A expectativa do MEC e do FNDE é que, com o apoio das capacitações, os entes federativos consigam aplicar integralmente os recursos disponíveis e consolidar a política de tempo integral nas redes de ensino.  

Execução – O primeiro ciclo do ETI conta com um investimento total de R$ 4,1 bilhões, para a criação de 1 milhão de novas matrículas. Os recursos foram transferidos aos entes federativos com prazo de 24 meses para execução, contados a partir do término da fase de pactuação. 

De acordo com dados do dia 7 de julho de 2025, o percentual médio de execução dos recursos está em 38%. Alguns estados, como Roraima (1%) e o Distrito Federal (5%), apresentam baixos índices de utilização, enquanto outros, como o Piauí (69%) e o Amazonas (68%), já aplicaram a maior parte dos valores. 

Veja abaixo a execução por UF: 

UF 

Saldos em Conta 

% Execução 

AC 

R$ 28.890.194,56 

22% 

AL 

R$ 52.756.747,11 

33% 

AM 

R$ 44.663.009,42 

68% 

AP 

R$ 9.324.419,03 

49% 

BA 

R$ 272.848.933,50 

41% 

CE 

R$ 64.060.303,07 

62% 

DF 

R$ 18.597.493,52 

5% 

ES 

R$ 67.805.388,53 

21% 

GO 

R$ 85.958.861,27 

25% 

MA 

R$ 67.373.670,52 

67% 

MG 

R$ 233.012.719,13 

29% 

MS 

R$ 34.865.803,29 

21% 

MT 

R$ 34.037.450,13 

37% 

PA 

R$ 227.364.969,56 

40% 

PB 

R$ 73.450.939,81 

31% 

PE 

R$ 111.360.445,46 

45% 

PI 

R$ 33.794.166,94 

69% 

PR 

R$ 254.821.431,62 

29% 

RJ 

R$ 101.949.510,77 

37% 

RN 

R$ 47.838.355,50 

41% 

RO 

R$ 19.874.361,68 

1% 

RR 

R$ 8.334.403,84 

37% 

RS 

R$ 69.331.895,53 

35% 

SC 

R$ 76.151.310,05 

38% 

SE 

R$ 26.415.299,22 

47% 

SP 

R$ 222.954.031,66 

60% 

TO 

R$ 29.646.276,41 

29% 

Total 

R$ 2.317.482.391,13 

38% 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Parque Nacional de Ubajara: santuário de grutas, biodiversidade e paisagens deslumbrantes no Ceará

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Localizado na região noroeste do Ceará, o Parque Nacional de Ubajara é mais um dos vários destinos que o Brasil oferece para quem busca ecoturismo e contemplação da natureza. Abrangendo áreas dos municípios de Ubajara, Tianguá e Frecheirinha, a unidade protege um total de 6.299 hectares de uma rica zona de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica.

Criado em 1959, o parque destaca-se pela sua relevância ambiental e por abrigar um dos maiores patrimônios espeleológicos do país, com cavernas, grutas, fendas e outras formações subterrâneas. Situada na Serra da Ibiapaba, a unidade tem como um dos seus grandes atrativos o passeio de teleférico no tradicional bondinho, que oferece uma vista panorâmica da vegetação e dos paredões rochosos.

Para os amantes de caminhadas e de aventura ao ar livre, o parque oferece opções para diversos perfis de visitantes. O público conta com percursos como a Trilha da Samambaia, o Circuito das Cachoeiras, o Mirante do Pendurado e a Trilha Ubajara-Araticum, além da grande travessia do Parque Nacional de Ubajara. A unidade também contempla praticantes de cicloturismo, por meio da Trilha Cara Suja – Bike.

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Caminhos pela região

O Parque Nacional de Ubajara também se integra à Trilha Caminhos da Ibiapaba. O itinerário conecta o norte do Piauí à região da Ibiapaba, no Ceará, tendo mais de 300 quilômetros. A rota engloba unidades de conservação, ecossistemas da Caatinga e da Mata Atlântica, bem como sítios históricos e arqueológicos, promovendo a conservação ambiental e o desenvolvimento do turismo sustentável na região.

Toda esta imponência geológica é cercada por uma expressiva riqueza natural. Por isso, o parque é palco de diversos programas de pesquisa, monitoramento e conservação da biodiversidade do bioma Caatinga, servindo de refúgio para a vida silvestre e de espaço para atividades contínuas de educação ambiental e integração comunitária.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional de Ubajara é a sede administrativa na cidade de Ubajara, com acesso pela rodovia estadual CE-187 (Rodovia da Confiança). Partindo da capital do estado, Fortaleza, o trajeto rodoviário segue em direção à região da Serra da Ibiapaba.

Por se tratar de uma unidade de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a visita aos seus atrativos segue protocolos operacionais que garantem a segurança dos turistas e a preservação do patrimônio natural.

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Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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