POLÍTICA NACIONAL
Aprovada indicação de Ricardo José Leal para embaixada no Timor-Leste
Os senadores aprovaram em Plenário nesta quarta-feira (28), com 41 votos favoráveis e uma abstenção, a indicação do diplomata Ricardo José Lustosa Leal para chefiar a embaixada brasileira no Timor-Leste (MSF 1/2025).
Ao ser sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores (CRE) no começo do mês, Lustosa Leal informou que o Timor-Leste se localiza no sudeste asiático e tem 1,3 milhão de habitantes. Ele disse que o país é uma república semipresidencialista com democracia estável. O futuro embaixador prometeu que continuará apoiando a participação de estudantes timorenses em universidades brasileiras e que avançará na difusão da cultura brasileira.
— A aposta brasileira na relação com o Timor-Leste é de longo prazo. Contar com a amizade de um país que compartilha a herança lusófona e, portanto, o direito romano tem um sentido simbólico, até afetivo, e um grande potencial de desdobramento em novas agendas construtivas concretamente — disse o diplomata.
Lustosa Leal é bacharel em Filosofia e está no Itamaraty desde 1987. Já atuou nas embaixadas brasileiras no Vaticano e no Reino Unido.
A República Democrática de Timor-Leste localiza-se na parte oriental da Ilha de Timor, na Ásia, e tem como capital a cidade de Díli. Assim como o Brasil, é uma antiga colônia portuguesa. É um dos países mais jovens, tendo se tornado independente apenas em 2002, após desocupação da Indonésia. Brasil e Timor-Leste são membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), criada em 1996.
O relator da indicação foi o senador Sergio Moro (União-PR).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Oriovisto pede cautela sobre fim da escala 6×1
O senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) afirmou que a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 precisa considerar os impactos sobre diferentes modelos de contratação no país. Em pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (19), o parlamentar destacou que categorias remuneradas por hora trabalhada, como professores da rede privada, podem sofrer alterações significativas nos custos trabalhistas.
Segundo o senador, a mudança no cálculo do descanso semanal remunerado pode gerar aumento superior a 20% na folha de pagamento das escolas particulares, com reflexos diretos sobre as mensalidades cobradas das famílias.
— As escolas simplesmente não terão o que fazer: ou elas repassam, ou elas fecham. E, se ela ficar muito cara, esses alunos vão acabar tendo que ir para a escola pública, porque o pai não aguenta mais pagar a mensalidade da escola particular. Ao fazer isso, onera-se o próprio governo, que vai ter que abrir mais escola pública, com todos os desafios que nós já sabemos quais são. E, cada vez mais, o ensino particular vai ficar para uma elite, o que é péssimo.
O parlamentar afirmou que o debate vem sendo conduzido de forma superficial e defendeu uma análise mais detalhada das consequências econômicas e administrativas da proposta antes de qualquer aprovação no Congresso Nacional.
— As pessoas olham por cima, não entram nos detalhes. Eu quero dizer que nem eu, nem nenhum senador vai conseguir ser contra dar ao trabalhador brasileiro o direito de descansar um pouco mais. Só que nós temos que pensar nos detalhes, senão nós vamos criar mais prejuízos do que benefícios.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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