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Câmara de Cuiabá vai realizar audiência pública para debater novo Plano Diretor

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31/07/2024
Câmara de Cuiabá vai realizar audiência pública para debater novo Plano Diretor
A Câmara Municipal de Cuiabá vai realizar na quinta-feira (1), às 19h, uma audiência pública para debater o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Estratégico de Cuiabá (PDDE), no plenário das deliberações.&nbsp
O objetivo é que a discussões ocorram entre Poder Público, entidades interessadas, sociedade civil organizada e munícipes da Capital. O Plano Diretor da cidade possui função fundamental na definição das áreas de expansão urbana, zoneamento, o parcelamento, uso e ocupação do território urbano, desenvolvimento regional e investimentos na infraestrutura.
“O Plano Diretor é a base estrutural de Cuiabá e sua elaboração deve ser precedida pela participação popular, para que assim possam opinar e colaborar nos projetos e ações estratégicas em prol do desenvolvimento de Cuiabá, pensando não somente na expansão urbana e investimentos, mas especialmente no atendimento dos anseios da sociedade e na promoção do desenvolvimento sustentável e equilibrado da cidade”, diz trecho do requerimento.
A audiência pública será conduzida pelo presidente do parlamento, vereador Chico 2000 (PL). O novo Plano Diretor foi enviado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), visando organizar a cidade para os próximos 20 anos.
Serviço:
O quê? Audiência Pública para debater novo Plano Diretor
Quando? Quinta-feira (1)
Horário? Às 19h
Onde? Plenário da Câmara Municipal

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça mantém Rodoviária do Coxipó funcionando e rejeita pedido de fechamento imediato

Magistrado considerou que não há comprovação de risco iminente aos passageiros, mas determinou audiência para discutir a regularização do terminal em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso negou, por enquanto, o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. A decisão permite a continuidade dos embarques, desembarques e da comercialização de passagens, apesar dos questionamentos sobre a regularidade administrativa e as condições estruturais do terminal.

A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, que considerou não haver elementos suficientes para comprovar risco concreto e imediato à segurança dos usuários.

Na ação, o Ministério Público questiona o funcionamento da estrutura administrada pela RM Transportes e Turismo Ltda. Segundo o órgão, o terminal opera sem autorização administrativa vigente e apresenta problemas relacionados à acessibilidade, às instalações elétricas e hidrossanitárias, à conservação e à prevenção de incêndios.

As irregularidades começaram a ser investigadas em 2022. Entretanto, ao analisar o pedido de suspensão imediata, o magistrado destacou que a situação já é conhecida pelas autoridades há mais de quatro anos, sem a apresentação recente de fatos novos que demonstrem perigo iminente aos passageiros.

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Outro ponto considerado foi a realização de melhorias identificadas durante a própria investigação do Ministério Público.

Um relatório técnico elaborado em 2026 registrou a instalação de extintores de incêndio, luminárias, bebedouro e tomadas, além da substituição de cadeiras utilizadas pelos passageiros.

Para o juiz, essas intervenções devem ser consideradas na avaliação da necessidade de interromper o funcionamento do terminal.

Apesar de negar a medida urgente, o magistrado ressaltou que a decisão não significa o reconhecimento da regularidade da rodoviária. A suspensão das atividades poderá ser novamente analisada caso sejam apresentados novos elementos que comprovem riscos aos usuários ou impedimentos legais para a continuidade da operação.

Audiência discutirá regularização

Diante das questões administrativas e estruturais envolvidas, a Justiça marcou uma audiência de conciliação para o dia 18 de novembro, às 16h30.

O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Governo de Mato Grosso, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), da Sinart e da RM Transportes.

Durante a audiência, os envolvidos deverão apresentar alternativas para regularizar o terminal, executar as adequações ainda necessárias e estabelecer, se for o caso, um período de transição.

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Também deverão ser discutidas medidas para garantir a continuidade do atendimento aos passageiros, caso sejam necessárias mudanças na operação.

A decisão ainda determinou que o Estado e a Ager se manifestem sobre o pedido da RM Transportes para ingressar formalmente no processo como assistente.

A empresa defende a manutenção das atividades e afirma estar disposta a participar da construção de uma solução consensual.

Com a decisão, a Rodoviária do Coxipó permanece em funcionamento enquanto a Justiça acompanha as providências necessárias para solucionar as pendências apontadas pelo Ministério Público.

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