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Operação da Polícia Civil prende traficantes de drogas que atuavam em bairro de Cuiabá

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Dois traficantes foram presos pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (04.07), em Cuiabá, durante diligências da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão domiciliar.

A ação faz parte da Operação “Zona Quente”, coordenada pela DRE, com objetivo de mapear e desarticular pontos instalados de vendas de drogas em bairros da região metropolitana da Capital.

Os suspeitos, de 40 e 50 anos, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e resistência. Com eles foram apreendidos dois tabletes de maconha, porção da mesma substância, balanças de precisão, ente outros materiais.

As ordens judicias foram expedidas pelo juízo do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) da Comarca de Cuiabá, após investigação ininterrupta da DRE visando o combate ao tráfico de drogas.

Com base nos indícios de prática criminosa, e em conformidade aos mandados, os policiais civis foram até os dois endereços alvos, ambos no bairro Cidade Alta, onde, de forma concomitante, realizaram as buscas.

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No primeiro imóvel foram apreendidos dois tijolos de maconha, e no outro a equipe encontrou porção de maconha, balanças de precisão, além de objetos usados para embalar e comercializar a droga.

Nas investigações da DRE, apurou-se que o investigado de 40 anos é líder da associação criminosa e utilizava uma distribuidora de fachada, fato esse comprovado, pois no local não havia nenhum produto típico de distribuidora de bebidas para venda.

O suspeito agia cooptando usuários nas imediações para que realizassem a venda do entorpecente. Desta maneira, caso fosse preso, não estaria com grande quantidade de drogas. Durante a abordagem policial, ele tentou resistência à prisão.

Já o segundo envolvido, de 50 anos, tinha as funções de “guarda” e venda da droga, pois ele permanecia, todos os dias, sentado em uma cadeira na esquina da rua, realizando a entrega do entorpecente.

Após as apreensões, os dois suspeitos foram encaminhados até a DRE, interrogados e autuados em flagrante delito.

Após a confecção dos autos, a dupla foi encaminhada para audiência de custódia.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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