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Rede de Parcerias planeja ações para 2024 em Mato Grosso 

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A primeira reunião da Rede de Parcerias em Mato Grosso foi realizada na segunda-feira (4), na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, com o objetivo de planejar as atividades para 2024. Entre as deliberações, estão a capacitação das pessoas que atuam com a captação de recursos federais e a realização de reuniões de alinhamento para a construção colaborativa de boas práticas e melhorias da gestão pública, de modo a fortalecer a Rede no estado. As atividades serão executadas em conjunto com a Secretaria de Gestão e Inovação (Seges) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). 

A Rede de Parcerias é uma rede de governança colaborativa. A partir da integração e do intercâmbio de conhecimentos, informações e experiências entre os seus parceiros, a Rede busca o aumento da qualidade do gasto público e da efetividade de políticas públicas. Esse crescimento se dá por meio da melhoria da gestão das parcerias da União operacionalizadas no Transferegov.br, bem como dos projetos de investimentos em infraestrutura registrados no Obrasgov.br.

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A Rede de Parcerias atua em 3 eixos fundamentais: Melhoria da Gestão; Capacitação; e Comunicação e Transparência. Podem participar órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, que possam contribuir com os objetivos da Rede. Em Mato Grosso, ela é formada por representantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Prefeitura Municipal de Cuiabá, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF).

Foto: João Victor|Sefaz-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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