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Polícia Civil cumpre 103 mandados contra organização criminosa responsável por comandar tráfico de drogas no norte de MT

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Cento e três ordens judiciais, entre mandados de prisão, busca e apreensão e internação de menor, são cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (06.09), na Operação Rubrum, deflagrada pela Delegacia de Peixoto de Azevedo com foco em uma organização criminosa voltada para crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Os mandados, sendo 39 de prisão (entre preventivas e temporárias), 63 de busca e apreensão e um de internação de adolescente, são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Sinop, Colíder, Peixoto de Azevedo, Matupá e Novo Progresso.

Entre os alvos está o líder da facção criminosa. Além das ordens de prisão e busca e apreensão são cumpridos medidas cautelares de quebra de sigilo bancário e bloqueio de bens na casa de R$ 200 mil, relacionados à facção criminosa.

As investigações iniciaram há aproximadamente um ano, chegando a identificação de 50 “lojinhas” instaladas para venda de entorpecentes e pertencente à organização criminosa. No decorrer das investigações, foi possível identificar a liderança da facção criminosa, que utilizava de empresa de manutenção de eletrodomésticos de fachada para ocultar os valores obtidos com o tráfico de drogas.

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Com base nos levantamentos, o delegado de Peixoto de Azevedo, Geordan Fontenelle, representou pelas ordens judiciais contra integrantes da facção criminosa, que foram deferidos pela Justiça e são cumpridos nesta quarta-feira (09).

A operação conta com a participação de mais de 200 policiais civis da Delegacia de Peixoto de Azevedo, Delegacia Municipal e Regional de Guarantã do Norte, Delegacia de Nova Mutum, Delegacia de Terra Nova do Norte, Delegacia de Matupá, além de equipes da Diretoria de Atividades Especiais e da Diretoria de Inteligência e Polícia Civil do estado do Pará.

Operação Rubrum

O nome da operação Rubrum, que significa “vermelho” em latim, faz referência a organização criminosa alvo da investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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