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2ª etapa do Diagnóstico Justiça 4.0 começa nesta segunda (03)

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O questionário on-line da 2ª etapa do Diagnóstico Justiça 4.0 está disponível para ser respondido a partir desta segunda-feira (03). A pesquisa sobre a otimização dos processos de trabalho no Poder Judiciário diante da implementação das políticas tecnológicas do Programa Justiça 4.0 é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e será realizada em nível nacional.
 
A aplicação do questionário está direcionada para todo o corpo funcional do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Sendo assim, magistrados, magistradas, servidores, servidoras e força de trabalho auxiliar devem responder as questões presentes no documento digital até o dia 14 de julho.
 
As questões foram pensadas para captar a percepção dos respondentes sobre temas como as mudanças decorrentes da implementação do Balcão Virtual, do Juízo 100% Digital e dos Núcleos de Justiça 4.0, a virtualização e congestionamento de processos durante a pandemia de covid-19, entre outros.
 
A expectativa é de que as informações e os dados estatísticos levantados gerem evidências sobre o impacto da implementação das políticas tecnológicas do PJ 4.0 na criação de novos fluxos, processos e formas de trabalho nos tribunais e medir resultados sobre seus efeitos na promoção da eficiência, efetividade e economicidade para o Poder Judiciário. Além disso, a pesquisa irá levantar as mudanças e boas práticas adotadas a partir da virtualização do modelo de trabalho no processo jurídico e administrativo dos tribunais.
 
O Diagnóstico tem como meta promover a melhoria da governança, gestão e colaboração tecnológica no Poder Judiciário a fim de direcionar e propiciar eficiência, eficácia, efetividade e economicidade aos órgãos para maximizar os resultados com otimização de recursos.
 
Serviço
O quê? 2ª etapa do Diagnóstico Justiça 4.0
Onde? https://formularios.cnj.jus.br/pj4-0-percepcao
Quando? De 03 a 14 de julho.
Quem deve responder? Todo corpo funcional do TJMT.
 
Laura Meireles
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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