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Suspeito por tentativa de homicídio em lava jato é preso em flagrante pela Polícia Militar

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Policiais militares do 2º Batalhão prenderam em flagrante, na manhã desta terça-feira (16.05), um homem de 34 anos suspeito por tentativa de homicídio, na região central do município de Barra do Garças (509 km de Cuiabá). A vítima, um homem de 35 anos, foi atingida por três golpes de facas, socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital e Pronto Socorro em estado grave.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados para se deslocar até um lava jato, na Avenida Ministro João Alberto. Na ocasião, foram informados que a vítima foi atingida com golpes de facas na região do tórax e duas no abdômen e que o suspeito estaria escondido no estabelecimento.

Rapidamente, os policiais saíram em diligência e encontraram, no local, uma equipe do Corpo de Bombeiros socorrendo a vítima, que foi levada para o Hospital e Pronto Socorro.

O proprietário do posto afirmou aos militares que a vítima passou a identidade do suspeito. Em busca no local, o homem foi encontrado em um dos banheiros do estabelecimento. Ele apresentava um corte profundo na mão esquerda, proveniente de faca.

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Questionado sobre o caso, o homem negou o crime. Ele apresentou informações contraditórias, com palavras desconexas, e afirmou que um outro homem seria o responsável pela tentativa de homicídio.

O suspeito e arma utilizada no crime foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis para investigar o caso.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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