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Homem é preso por estelionato em site de venda

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Policiais militares prenderam um homem por estelionato, na noite de sexta-feira (25.03), em General Carneiro (445 km de Cuiabá), O suspeito havia praticado o crime na cidade de Barra do Garças. 

Segundo os policiais a vítima que relatou que fez um anúncio de um aparelho de smartphone em um site de vendas e que o suspeito teria entrado em contato informando ter a intenção de adquirir o produto. Os dois marcaram um encontro onde combinaram um valor e o suspeito teria realizado um agendamento de pagamento via PIX, mostrando o comprovante, e saindo do local já com o smartphone em mãos. No dia seguinte, a vítima percebeu que o pagamento não teria caído e entrou em contato com o suspeito que prometeu devolver o aparelho, porém, este teria saído da cidade de Barra do Garças rumo ao município de General Carneiro. 

A equipe do Núcleo de Polícia Militar de General Carneiro ao receber a informação de que o suspeito estaria na cidade, iniciou diligências no intuito de localizar o homem de 30 anos. O suspeito foi encontrado hospedado em um dos hotéis do município. No quarto do hotel, foram localizados o smartphone da vítima, uma chave de quarto de um hotel localizado de Barra do Garças, um cheque no valor de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) em nome de terceiros e diversos cartões bancários em nome do suspeito e de terceiros. Ao ser indagado sobre o smartphone, o suspeito confirmou ter subtraído o mesmo através de um golpe. 

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Os policiais entraram em contato com o hotel cuja chave localizada pertencia e foram informados de que o suspeito teria deixado o local sem quitar os débitos referentes a sua estadia. O homem foi detido e encaminhado à Delegacia. 

Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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