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Nota Polícia Civil – Investigação homicídio Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral e Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), autuou em flagrante o investigador envolvido no homicídio que vitimou um cabo da Polícia Militar, ocorrido na madrugada desta quinta-feira (27.04), em uma conveniência, ao lado da Praça 08 de abril, em Cuiabá.

O policial civil, lotado na Delegacia Especializada de Roubo e Furtos (Derf) de Cuiabá, se apresentou espontaneamente na DHPP, ocasião em que entregou a arma utilizada no crime. Após ser interrogado, o policial foi autuado em flagrante por homicídio qualificado.

As investigações iniciaram ainda na madrugada, quando as equipes da DHPP e da Corregedoria foram acionadas, por volta de 03h30, para atender a ocorrência de tentativa de homicídio na conveniência de um posto de combustíveis, localizada entre a Rua Estevão de Mendonça e a Avenida Getúlio Vargas. A vítima foi socorrida e encaminhada a um hospital particular na região, onde foram realizados procedimentos de reanimação, porém, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

O policial civil se apresentou ainda nesta manhã na Delegacia de Homicídios de Cuiabá, onde foi interrogado pelos delegados André Eduardo Ribeiro e Marcel Gomes Oliveira, da DHPP, e pelo delegado-corregedor, Guilherme Fachinelli.

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O investigador foi, posteriormente, encaminhado para audiência de custódia da Justiça. As investigações seguem em andamento pela DHPP e pela Corregedoria para apurar as circunstâncias dos fatos e a motivação do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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