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Apoio do Governo ao Wrestling projeta Mato Grosso no cenário esportivo nacional e internacional

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O apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) está ajudando a garantir oportunidades e conquistas aos esportistas do Wrestling no Estado. De convocações para integrar a seleção brasileira à classificação para competições de referência, a modalidade está projetando Mato Grosso no cenário esportivo nacional e internacional.

Uma das conquistas mais recentes é a classificação do cuiabano Igor Queiroz para o Campeonato Pan-Americano de Wrestling, que acontecerá no mês de maio, em Buenos Aires, Argentina. A vaga para representar Mato Grosso e o Brasil na competição internacional foi obtida após o atleta ter sido campeão do Campeonato Brasileiro Interclubes-Aline Silva, realizado no início de março, em São Paulo (SP).

Igor atribui a conquista do título brasileiro e a consequente classificação para o Pan-Americano ao treinamento feito em Cuba, durante o mês de fevereiro. O intercâmbio técnico com a equipe cubana, considerada uma das melhores do mundo na modalidade, teve parte da viagem custeada pela Secel-MT.

“Tive uma preparação muito boa lá, que foi fundamental para as conquistas e que será um diferencial nessa campanha em busca da vaga olímpica. São oportunidades que vêm graças ao apoio que tenho recebido do meu Estado. Represento Mato Grosso há vários anos e eu nunca tinha tido um apoio desse nível, só tenho a agradecer à Secel”, destaca.

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Com perspectivas de qualificação para os Jogos Olímpicos Paris 2024, o esportista cuiabano treina no projeto Conexão Santiago, do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que tem o objetivo de potencializar os resultados de jovens atletas. A dedicação ao esporte conta ainda com o suporte do bolsa-atleta, que faz parte do projeto Olimpus do Governo de Mato Grosso, em que Igor é beneficiado na categoria atleta internacional.

Dentre os beneficiados com bolsa-atleta da Secel, outro destaque do Wrestling é Guilherme Porto, cuja trajetória de combates o coloca como evidência da modalidade no país. Em 2022, o mato-grossense foi campeão do Campeonato Pan-Americano Sub-20 de Wrestling e foi eleito o melhor atleta da competição.

Nas categorias sub-17 e sub-20 do wrestling, o projeto Olimpus atende também os atletas Angelo Anselmo, Antônio Pedro, Kaio Henrique, Matheus Jesus e Yago Conceição. Treinados pela professora Luzia Fernandes, os jovens lutadores já trouxeram diversas medalhas para Mato Grosso e, em maio, alguns deles participam da seletiva para o Campeonato Pan-americano Sub-20 2023.

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“Ficamos muitos felizes em ver que nossa contribuição está ajudando o wrestling mato-grossense a se destacar dentro e fora do Brasil. É sensacional ver o Igor representando Mato Grosso no Panamericano. É maravilhoso o trabalho da Luzia Fernandes com os jovens. Resumindo, é gratificante ter um grupo tão forte representando nosso Estado nas grandes competições”, celebra o secretário adjunto de Esportes e Lazer da Secel, David Moura.

Um pouco sobre o Wrestling

Antes conhecido como luta olímpica, o Wrestling é, ao lado da maratona, um dos esportes mais antigos de que se tem registro. Embora não haja confirmação de uma data precisa, acredita-se que a Luta começou a ser praticada no período Micênico da Grécia Antiga, em que os atletas lutavam nus e seus músculos delineados representavam o equilíbrio entre corpo e mente.

A Luta Olímpica ou Olympic Wrestling é disputada desde o ano 704 a.C. nos Jogos Olímpicos da Antiguidade. Atualmente, é dividida em três estilos: Greco-romano, Livre masculino e Luta feminina. Os três estão presentes no cronograma olímpico com seis categorias de peso cada.

(Fonte: Confederação Brasileira de Wrestling)

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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