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PM desarticula quadrilha e apreende porções de drogas e arma de fogo

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Três homens, de 19, 20 e 37 anos, foram presos e um adolescente de 17 anos apreendido por formação de quadrilha, tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na madrugada deste sábado (01.04), pela Polícia Militar em Barra do Bugres. Na ação, porções de entorpecentes, uma arma de fogo, munições e R$ 1,4 mil em dinheiro foram apreendidas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática do 7º Comando Regional e da 12ª Cia PM de Barra do Bugres receberam informações, via setor de inteligência, sobre a localização de suspeitos que estariam cometendo crimes no município e região.

Em diligências pelo endereço informado, os policiais militares encontraram três homens realizando a venda de entorpecentes em frente a uma residência. Ao se aproximarem para abordagem, os suspeitos tentaram fugir para o interior do imóvel, dispensando algumas porções de drogas, sendo detidos em seguida.

Em revista pessoal com um dos suspeitos, a PM localizou cinco porções de substância análoga a cocaína. Já em buscas pela residência, a equipe encontrou outras 43 porções de cocaína, 20 porções grandes de maconha, além de balança de precisão, rádio comunicador e a quantia de R$ 1.474,00 em dinheiro.

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Ao serem questionados sobre a procedência das drogas e o envolvimento com os crimes ocorridos na região, os suspeitos informaram que comercializavam os entorpecentes a mando de uma organização criminosa e que um outro homem guardava uma arma de fogo para cometimento de outros crimes.

Na sequência, os policiais militares se deslocaram para o endereço informado pela quadrilha e obteve êxito na localização do suspeito indicado. Com o homem, foi localizado um revólver calibre .38 com nove munições. Ao ser perguntado sobre a arma de fogo, confirmou que guardava a arma para uso de membros de uma organização criminosa.

Diante da situação de flagrante, toda a quadrilha recebeu voz de prisão e foi encaminhada para o Cisc de Tangará da Serra, com o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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