POLICIAL

Prefeitura faz trabalho paliativo com fechamento de buracos no perímetro urbano da MT-140

Publicados

em

A Prefeitura iniciou, hoje, quinta-feira, 12, o fechamento de buracos no perímetro urbano da MT-140 [rodovia que liga Sinop a cidade de Santa Carmem]. O trabalho é paliativo e visa amenizar o impacto dos buracos dos trecho entre o entroncamento da BR-163 e entrada do Residencial Buritis, ocasionados pelo período chuvoso e o grande fluxo de veículos pesados que passam pelo local. Os serviços são desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos. 

Apesar da rodovia ser de responsabilidade do Governo do Estado, a Prefeitura iniciou os serviços no trecho com objetivo de proporcionar melhores condições de trafegabilidade aos usuários, visto que a via é ponto de acesso a inúmeros bairros, empresas e outros. 

“Estamos com equipe ,lá, e continuaremos esse serviço nos próximos dias. A rodovia é bastante movimentada e importante para o município. A pedido do prefeito Roberto Dorner, iremos executar os trabalhos para melhorar o tráfego naquela região”, destacou o secretário de Obras, Lúcio Silva. 

Além deste trabalho na MT-140, a Prefeitura também intensificou o serviço de tapa buracos em ruas e avenidas da cidade. Entre as vias atendidas estão a Itaúbas, Sibipirunas, Jacarandás, Ilsão de Melo e rua dos Lírios. 

Leia Também:  Cinco pessoas são conduzidas à delegacia por tráfico de drogas em Nova Xavantina

Em outros trechos da via, a Secretaria de Estado de Infraestrutura deve executar a recuperação, com o fechamento de buracos e outros trabalhos. Além disso, a Sinfra também é responsável pela licitação que visa a duplicação da rodovia estadual. 

O investimento previsto pelo Governo é de R$ 31.453.482,42, para a realização desta obra. Será duplicado um trecho de sete quilômetros. O trecho a ser duplicado terá calçadas dos dois lados, canteiro central e ciclofaixa.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Bope forma militares de MT e outros estados no 4° Curso de Técnico Explosivista

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Procurado pelo crime de estupro contra três netas, foragido é preso pela Polícia Civil em Confresa

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA