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Bope forma militares de MT e outros estados no 4° Curso de Técnico Explosivista

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Treze policiais militares concluíram o 4° Curso de Técnico Explosivista do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). A cerimônia ocorreu na manhã desta sexta-feira (14.10), no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, em Cuiabá. 

A capacitação faz parte da formação continuada de especialista na área de explosivos do batalhão. O curso é considerado referência no Brasil. Além de policiais de Mato Grosso, participaram, ainda, militares da Paraíba, Piauí, Mato Grosso do Sul e Paraná. 

Ao todo, o curso teve duração de 45 dias, nos quais os militares tiveram aulas teóricas e práticas, como o contato e manuseio com artefatos explosivos, princípios de deflagração e detonação. Ainda, participaram de atividades pré-incidentais, de contramedidas e pós-incidentais para garantir a segurança das pessoas e seu patrimônio, quando ameaçadas por bombas e explosivos. 

O comandante-geral da Polícia Militar do Estado, coronel Alexandre Corrêa Mendes, parabenizou os formandos pela conclusão do curso e ressaltou que todos as capacitações de formação continuada das unidades especializadas ofertam vagas para policiais de outros estados. 

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“Parabenizo a todos os policiais militares dos outros estados que confiaram fielmente no nosso trabalho de formação, que é referência nacional. Essa troca de experiência é essencial para capacitação dos militares que garantem a segurança da sociedade”, manifestou.

O tenente-coronel PM e comandante do Bope, Frederico Correa Lima Lopes, ressaltou que a manobra de explosivos exige pessoas e equipamentos especializados, treinamentos e estrutura em condições de resposta. 

“O potencial ofensivo dos artefatos explosivos e o elevado grau de risco no atendimento a este tipo de incidente, torna a atividade de altíssima periculosidade para seus operadores que são conhecidos como Técnicos Explosivistas, e carregam a responsabilidade de proteger os cidadãos, mesmo com o risco de suas próprias vidas”, disse.

Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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