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Relatório aponta que a Comissão de Infraestrutura Urbana recebeu 85 proposições

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) apresentou balanço das ações desenvolvidas em 2022. À Comissão, foram encaminhadas 85 proposições. Os deputados que a compõem deram pareceres em todos os projetos, como por exemplo aos voltados à infraestrutura urbana e ao sistema viário estadual.

Do total 85 proposições, de acordo com o relatório, 34 matérias estão com pareceres aguardando deliberações na reunião da comissão. Outras 17 já estão aptas à apreciação em primeira votação e um projeto de lei aguarda para ser apreciado em 2ª votação em Plenário.  

Entre as matérias aprovadas pelos deputados da Comissão, três proposições não foram aprovadas em segunda votação em Plenário, enquanto isso duas proposições já foram transformadas em leis. Vale lembrar que as proposições que recebem emendas, substitutos ou apensamentos, retornam à comissão de mérito para enunciar novo parecer. 

Na Comissão, os deputados seguiram o parecer favorável do relator Valmir Moretto (Republicanos) e aprovaram o projeto de lei 357/2022, de autoria de Wilson Santos (PSD). Essa proposta define critérios para aumento de passagens de ônibus no Estado de Mato Grosso. De acordo com a proposta, o aumento somente poderá vigorar com o prazo não inferior a 30 dias. 

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Com a aprovação do projeto de lei pela Comissão, a matéria foi encaminhada e está apta à votação em plenário desde o dia 11/7/2022. “A medida é uma prudência que evita a surpresa ao usuário, fornecendo um tempo mínimo para organizar seu orçamento para fazer frente à nova tarifa de transporte”, diz trecho da justificativa do relator. 

Outra proposição aprovada na comissão foi o projeto de lei 1194/2021, de autoria do deputado Dr. Gimenez (PSD). A matéria propõe a criação do Manual de Manutenção Preventiva de Obras Públicas, como parte da entrega simultânea à inauguração de obras públicas. A proposta já foi aprovada em 1ª votação em Plenário. 

De acordo com o autor da matéria, os custos de uma manutenção corretiva, normalmente emergencial, é realizada sob forte pressão da opinião pública, superando os custos de intervenções preventivas. “Poucas são as iniciativas para dotar a administração pública de instrumentos para antecipar eventuais problemas resultantes do desgaste natural ou prematuro das construções”, diz trecho da justificativa do relator do projeto de lei.

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A Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte possui, em conformidade com o inciso XIII do artigo 369 do Regimento Interno, atribuições como a de dar parecer em todos os projetos que tratem de assuntos atinentes à infraestrutura urbana, ao sistema viário estadual e em toda matéria referente ao transporte em geral.

Cabe ainda à Comissão o direito de acompanhar o gerenciamento do sistema de transporte e trânsito no que concerne ao Estado, na forma do Código Nacional de Trânsito e sua regulamentação. Outra atribuição é o de fiscalizar a construção, a manutenção e a conservação das vias públicas e estradas.

Na última sessão legislativa, da 19ª Legislatura, a comissão é presidida por Valmir Moretto (Republicanos) e o vice-presidente é Sebastião Rezende (União Brasil). Os demais componentes titulares são os deputados Delegado Claudinei (PL), Ondanir Bortolini – PSD – Nininho e Xuxu Dal Molin (União Brasil).

Já os cinco suplentes são: Elizeu Nascimento (PL), Uysses Moraes (PTB), Dilmar Dal Bosco (União Brasil), Paulo Araújo (PP) e Valdir Barranco (PT). 

Fonte: ALMT

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Júlio Campos detona campanha de Wellington Fagundes nas redes: “Está entregando a vitória” veja publicação 

Deputado critica falta de organização e de material de campanha do candidato do PL, classifica situação como “vergonhosa” e dispara alerta público: “Acorda, WF”

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A campanha de Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso recebeu uma dura crítica pública neste domingo (30). O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) usou as redes sociais para questionar a organização da estrutura eleitoral do candidato e chegou a afirmar que o grupo estaria “entregando a vitória” aos adversários.

A manifestação chama atenção principalmente pelo momento da disputa. Com a eleição entrando em sua fase decisiva, Júlio Campos expôs publicamente uma avaliação negativa sobre o funcionamento da campanha de Wellington, cobrando reação e organização do grupo político.

Em comentário publicado nas redes sociais, o parlamentar não economizou nas palavras:

“A pobreza do 22 está de lascar. Tá entregando a vitória por falta de organização. Tá vergonhoso. Acorda WF.”

A crítica, segundo as informações divulgadas, ocorreu após uma publicação nas redes e teve como alvo a falta de estrutura e de material gráfico da campanha do candidato do PL.

A expressão “22” usada pelo deputado é uma referência ao número eleitoral do PL, partido de Wellington. Já “WF” corresponde às iniciais do candidato.

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A declaração transforma uma insatisfação que poderia permanecer restrita aos bastidores em uma cobrança pública contra a condução da campanha. Ao afirmar que Wellington estaria “entregando a vitória por falta de organização”, Júlio coloca pressão sobre a coordenação política e eleitoral do candidato justamente na reta final.

O episódio também ganha repercussão porque Júlio Campos é uma das figuras mais experientes da política mato-grossense, com longa trajetória eleitoral no Estado. A cobrança, portanto, vai além de uma crítica pontual e sinaliza preocupação com a capacidade de mobilização da candidatura de Wellington neste momento da corrida ao Palácio Paiaguás.

A frase “Acorda WF” resume o tom do recado: na avaliação manifestada pelo parlamentar, a campanha precisa reagir rapidamente para evitar que problemas internos de organização comprometam seu desempenho nas urnas.

A manifestação ocorre ainda em um cenário de disputa acirrada pelo Governo de Mato Grosso, no qual estrutura partidária, mobilização das bases, presença nos municípios e capacidade de comunicação ganham peso à medida que a votação se aproxima.

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Ao levar a cobrança para as redes sociais e classificar a situação como “vergonhosa”, Júlio Campos escancarou uma crítica à estratégia eleitoral de Wellington Fagundes e colocou a própria organização da campanha do PL no centro dos bastidores da eleição de 2026.

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