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Polícia Militar prende quadrilha, apreende entorpecentes e recupera objetos furtados em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam, nesta terça-feira (05.06), quatro homens suspeitos por tráfico de entorpecentes e furtos no bairro Ouro Verde, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. 

Com os suspeitos, foram apreendidos 10 porções de maconha, quatro de cocaína, uma pasta base, aparelhos celulares e R$ 20. Os policiais recuperaram ainda um aparelho televisor, uma caixa de som, quatro relógios e um fone de ouvido. 

Conforme informações do boletim de ocorrência, os policiais militares do Grupo de Apoio (GAP), em patrulhamento da rotina na região, identificou um dos suspeitos com mais de 30 passagens de furto em Várzea Grande e que ao visualizar os policiais tentou fugir. 

Com o homem, os policiais apreenderam diversas porções de entorpecentes que seriam comercializadas. Questionado se haveria mais drogas, o suspeito levou os policiais até sua residência e lá os policiais encontraram diversos objetos furtados de residências na região. 

O homem ainda indicou a localização de outros suspeitos que também teriam participado dos crimes, bem como eram usuários e comercializavam drogas na região do Ouro Verde e também nos bairros São Simão e Centro de Várzea Grande. 

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Imediatamente e de posse das características, os policiais conseguiram efetuar a prisão dos envolvidos. Os produtos ilícitos e os objetos furtados foram encaminhados à Central de Flagrantes para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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