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OAB avalia que Diário de Justiça Nacional traz mais segurança aos advogados

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A utilização do Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN) pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso pode trazer mais segurança nas comunicações oficiais destinadas aos advogados que atuam no estado.
 
Esta é a avaliação da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, a respeito da mudança iniciada em 21 de junho.
 
A presidente da Ordem acredita que agora, a partir das publicações no DJEN, há uma facilidade maior na busca dessas informações. A concentração das publicações em um único meio termina de alguma forma facilitando o trabalho da advocacia mato-grossense.
 
“Vimos, sim, com bons olhos essas alterações, essa concentração, e acreditamos que poderá trazer ainda mais segurança para a advocacia. É isso que nós primamos, para que toda e qualquer decisão, toda e qualquer comunicação, seja devidamente publicada, disponibilizada ao advogado para que ele possa seguir atuando como tem que atuar”, pontua.
 
Ela complementa enfatizando que a questão da segurança nas publicações sempre foi uma bandeira de luta da OAB, no intuito de que os advogados e as advogadas tenham acesso sem qualquer dúvida de todas as publicações que são feitas em seus processos.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto horizontal colorida da presidente Gisela. Ela tem cabelos castanhos com mechas loiras, está maquiada e veste um terno rosa com uma blusa preta. Ela fala em um microfone preto e ao fundo há pessoas desfocadas na imagem.
 
 
Mylena Petrucelli/Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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