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Gimenez contempla nove times de futebol amador com kits esportivos


Foto: Luciana Souza

Incentivar o esporte amador para que mais crianças, adolescentes e jovens tenham oportunidades iguais. Com esse objetivo, o deputado Dr. Gimenez (PV) contemplou nove times de futebol amador da região oeste.  A ação foi desenvolvida junto com o Instituto Pronatur, por meio do Projeto Esporte Solidário. 

As equipes de Cáceres, Mirassol e Pontes e Lacerda receberam material esportivo, como bolas e uniformes, neste fim de semana. Os kits foram adquiridos com recurso de emenda parlamentar, no valor de R$ 155 mil, do deputado. 

“Sou médico e sei o quanto o esporte é importante na formação das pessoas. O esporte amador, por conseguir acessar as camadas mais vulneráveis, precisa de incentivo. A partir dele, com certeza, conseguiremos transformar vidas, ampliando as oportunidades, diminuindo a desigualdade, que, infelizmente, ainda é uma realidade no nosso país”, relatou. 

Fábio Sales, presidente do bairro DNER e o responsável pelo projeto na região de Cáceres, contou sobre o poder do esporte nas comunidades. “Cresci em comunidades carentes, sei o quanto o esporte foi importante para mim. Hoje, trabalho para que, assim como eu um dia recebi, nossa população também seja bem assistida.  Somos gratos ao deputado, que, dentro do possível, tem nos atendido e somado ao sonho da garotada”, disse. 

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Gimenez, nos últimos dois anos, destinou cerca de R$1,5 milhão em emendas para o segmento da cultura, esporte e turismo. 

Fonte: ALMT

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No Dia do Trabalhador, Gisela Simona destaca o cuidado como eixo da desigualdade de gênero

Na diretoria-executiva do União Mulher, em Mato Grosso, Gisela Simona traz para o centro do debate neste 1º de maio, alguns desafios enfrentados por milhares de brasileiras diariamente: a disparidade salarial e a dupla jornada. Assim, muito embora haja avanços na contratação feminina, a consolidação da equidade ainda enfrenta desafios significativos.

Coautora da Política Nacional de Cuidados (Lei nº 15.069/2024), Gisela defende que é necessário reconhecer o trabalho não remunerado, exercido majoritariamente por mulheres. E que qualquer discussão séria sobre valorização do trabalho precisa passar por esta ação secularmente invisibilizada, mas que ancora milhões de lares no país.

E a partir dessa lente, o Dia do Trabalhador deixa de ser apenas uma data simbólica e passa a expor uma contradição: pois enquanto o país avança na ampliação da presença feminina no mercado formal, continuam intactas as estruturas que a penalizam.

Com 33 meses de atuação na Câmara Federal, somados à experiência como advogada, servidora pública e dirigente partidária em Mato Grosso, Gisela aponta que a desigualdade de gênero segue operando de forma silenciosa, mas constante, seja na diferença salarial, na dificuldade de ascensão profissional ou na sobrecarga cotidiana.

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“Não podemos naturalizar que mulheres trabalhem mais e recebam menos. Tampouco aceitar que a responsabilidade pelo cuidado continue sendo tratada como uma obrigação individual e não como uma pauta pública”.

Dados recentes reforçam esse cenário ao revelar que as mulheres continuam concentradas em áreas historicamente menos valorizadas e, mesmo quando ocupam as mesmas funções que os homens, enfrentam remuneração inferior e menor reconhecimento. A chamada dupla jornada – trabalho formal somado às tarefas domésticas – permanece, igualmente, como uma das expressões mais evidentes dessa desigualdade.

E nesse contexto, o debate se amplia mais ao inserir a maternidade, ainda hoje observada como um fator de desequilíbrio no percurso profissional feminino. Pois a necessidade de conciliar trabalho e cuidado impacta claramente na renda, na progressão de carreira e nas oportunidades, desvelando limites concretos das políticas existentes.

Desta forma, para Gisela, embora haja avanços e medidas voltadas à igualdade salarial, a ausência de fiscalização efetiva e transparência ainda impedem mudanças estruturais. “O Brasil já reconhece parte do problema, mas ainda executa pouco. E sem ações concretas, direitos seguem sendo promessa”, afirma.

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A parlamentar, que ganhou projeção nacional ao relatar o Pacote Antifeminicídio, também reforça a conexão entre autonomia econômica e segurança. Para ela, não há como dissociar a independência financeira da proteção das mulheres. “A autonomia econômica é um dos caminhos mais concretos para romper ciclos de violência. Mas isso exige que o Estado atue de forma integrada, garantindo não só acesso ao trabalho, mas condições reais de permanência e segurança”, pontua.

Desta forma, a leitura que emerge desse 1º de maio é direta: para milhões de brasileiras trabalhar não é apenas produzir renda, é sustentar vidas, equilibrar ausências do Estado e, muitas vezes, garantir a própria sobrevivência.

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