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Várzea Grande continua com a campanha de levantamento de dados de pessoas com deficiência

Em mais uma ação inédita da atual gestão, a prefeitura quer conhecer e dimensionar essa população que demanda de atenção especial e assim, colocar em prática políticas públicas que gerem resultados

A Prefeitura de Várzea Grande continua com a campanha ‘Incluir para Progredir’ que consiste em realizar um índice e levantamento de dados de números de pessoas com deficiência no município. O cadastro está sendo realizado pelo site da Prefeitura pelo link: https://varzeagrande.mt.gov.br/inclusao-para-todos

A prefeita Flávia Moretti conta que o link vai possibilitar um conhecimento das demandas do Município, ao revelar esse contingente populacional. “Várzea Grande nunca teve conhecimento real sobre as pessoas com deficiência, estamos aqui para mudar essa realidade. Para criarmos políticas públicas com eficiência é preciso conhecer quem iremos atender. Com o lançamento do link, teremos um norte para começarmos essa atuação de forma eficaz e resolutiva. Se você ou alguém da sua família faz parte desse grupo, cadastre-se e ajude a construir uma cidade mais acolhedora e acessível para todos”, pede Moretti.

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Conforme a assessora de Políticas Públicas de Inclusão, Priscilla Lima, esse levantamento é essencial para desenvolver políticas públicas mais eficazes, garantindo inclusão, acessibilidade e suporte adequado para cada necessidade. “Conhecer a população deficiente é fundamental para a realização de políticas públicas. Este é o nosso primeiro passo e também o passo mais importante. A gestão Flávia e Tião da Zaeli deu a missão de trabalharmos de forma inclusiva e desenvolver políticas importantes para todas as pessoas com deficiência”, disse Lima.

“Vamos lutar por uma Várzea Grande mais inclusiva, com mais acessibilidade, mais digna para todas as pessoas com deficiência, sejam elas autistas, cadeirantes ou com síndrome de down ou qualquer outra necessidade. Devemos promover a inclusão social e a qualidade de vida de todas as pessoas, independentemente de suas necessidades, habilidades ou deficiências”, conta Priscila.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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