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“Vai virar a chave de Várzea Grande para a tecnologia”, diz Flávia Moretti em inauguração do Parque Tecnológico

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“Vai fazer virar a chave de Várzea Grande, tornar uma cidade que já foi industrial mas agora será de inovação e tecnologia. E escrever uma nova história para o município na economia do estado de Mato Grosso. Hoje Várzea Grande ocupa a oitava ou nona posição, mas vamos mudar”.

As pontuações são da prefeita Flávia Moretti, durante a inauguração do Parque Tecnológico do Estado de Mato Grosso, ocorrida na tarde de quinta-feira (25). Conforme ela mesma destacou em seu discurso, “o Parque Tecnológico não é apenas um prédio, são 80 hectares esperando empresas para se instalar”.
É com esse foco que a gestora projeta reposicionar o município como o principal centro de inovação, atração de indústrias e formação de novos talentos.

Segundo a prefeita, a consolidação do complexo encerra uma trajetória de disputas que começou em 2009. “Na época, o município travou uma ‘disputa saudável’ contra potências do agronegócio e da economia de Mato Grosso, como Sinop, Sorriso, Rondonópolis e a vizinha capital Cuiabá, para sediar o empreendimento”, relembrou.

A vitória de Várzea Grande teve início institucional com a articulação de Moretti enquanto diretora da OAB local, em conjunto com o Conselho da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e o Conselho da Cidade (CONCIDADE). “Contudo, o passo definitivo para a materialização do polo tecnológico foi por meio da parceria privada, pela visão empreendedora de Juarez Ductievicz, empresário do setor imobiliário e sócio-fundador do bairro Chapéu do Sol, que está aqui hoje”, pontuou a prefeita.

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Ductievicz foi o responsável direto por viabilizar a doação das terras ao Estado de Mato Grosso. O protocolo firmado com a prefeitura assegurou não apenas o espaço do Parque, mas também as áreas destinadas aos campus da UFMT, do IFMT e da UNEMAT — cuja instalação segue entre as metas da atual gestão municipal.

A prefeita criticou os atrasos que o projeto sofreu no passado. “O parque tecnológico enfrentou anos de entraves burocráticos provocados por gestões anteriores que não compreenderam a relevância estratégica da iniciativa, o que resultou em licitações travadas e paralisações físicas das obras. O cenário foi completamente revertido pelo governador Mauro Mendes e, hoje, foi chancelado pelo governador Pivetta”.

A chefe do Executivo municipal afirmou ainda que o Parque Tecnológico já atrai os olhos do mercado global. “Eu já recebi comitivas oficiais da China e da Rússia interessadas em investir aqui. Por isso que eu repito que não se trata apenas de uma obra física, é um vetor de desenvolvimento para Mato Grosso. Queremos resgatar nossa vocação industrial e transformá-la em uma nova história, pautada pela inovação e tecnologia”, declarou.

Visivelmente emocionada ao final de sua fala, Moretti externou o sentimento de ver a estrutura finalmente em operação regular. “Confesso que a emoção é tamanha que estou até tremendo, pois a concretização deste parque é a realização de um sonho pessoal como cidadã várzea-grandense. Várzea Grande caminha, mais uma vez, lado a lado com o Governo do Estado”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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