VÁRZEA GRANDE MT
Vacina contra influenza já está disponível nas unidades de saúde de Várzea Grande
A orientação é que o público-alvo procure a unidade de saúde mais próxima de casa, portando documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação
A vacina contra a influenza já está disponível em todas as unidades básicas de saúde de Várzea Grande. Ao todo, o município recebeu 17 mil doses do imunizante, sendo que 7.200 já foram distribuídas para abastecer as unidades e garantir o início da imunização.
A aplicação das doses ocorre em 24 unidades de saúde. Duas delas funcionam de forma integrada em razão de reformas: a unidade do bairro Capão Grande, que está atendendo anexa à unidade do 24 de Dezembro, enquanto a unidade do Unipark realiza os atendimentos em conjunto com a unidade do Parque do Lago.
Neste primeiro momento, a vacinação é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Estão incluídas crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos a partir de 60 anos, gestantes e puérperas. Também fazem parte do público-alvo povos indígenas, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades ou deficiência, além de profissionais das forças de segurança.
A estratégia também contempla adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua, reforçando a importância da proteção dos grupos mais vulneráveis às complicações causadas pelo vírus da gripe.
De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde, Carlos Valadares, a imunização é essencial para prevenir casos graves da doença. “A vacina contra a influenza é segura e eficaz, e tem um papel fundamental na redução de internações e complicações. Por isso, é importante que o público prioritário procure uma unidade de saúde e se vacine”, destacou.
A orientação é que o público-alvo procure a unidade de saúde mais próxima de casa, portando documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação.
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VÁRZEA GRANDE MT
Saúde de Várzea Grande reforça medidas para identificação de casos da doença
Várzea Grande segue sem registros de casos de meningite em 2026. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde tem reforçado aos profissionais, especialmente das unidades de pronto atendimento, a importância de fazer o chamado ‘manuseio da meningite’, com identificação de sintomas – mesmo que em caráter de suspeita – para atendimento e notificação imediatos, e da notificação compulsória, ou seja, obrigatória.
“O atendimento pontual e ágil vai fazer toda a diferença em casos de confirmação da doença, independentemente de ser meningite viral ou bacteriana. Essa celeridade vai impedir a transmissão para outras pessoas e até mesmo, ofertar um tratamento em tempo, que pode ser crucial para a plena recuperação do paciente”, frisa a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira.
Conforme dados atualizados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) da Secretaria de Estado de Saúde (SES MT), foram confirmados 29 casos de meningite e 8 óbitos pela doença em Mato Grosso.
No final do ano passado, técnicos da Pasta passaram por uma capacitação em meningite ofertada pelo governo do Estado. “A doença tem um sintoma bastante característico que liga o alerta para urgência de atendimento, e até mesmo de isolamento, que é o chamado diagnóstico diferenciado, a rigidez da nuca”, explica a Maria José Neves, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.
Em casos de rigidez na nuca, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal. Nos locais, a equipe médica vai avaliar o paciente e avaliar se cabe um tratamento medicamentoso em casa, ou, se é o caso de isolamento imediato. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.
A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].
INICIATIVAS – Como forma de evitar a confirmação de casos, além de ofertar vacinas, as equipes de saúde estão desde o início do ano letivo realizando busca ativa nas escolas públicas para atualização da caderneta de vacinação. Crianças e jovens com dose em atraso, ou sem o registro dela, são imunizados na escola mesmo, após prévia autorização dos pais.
“Muitas vezes, ficamos sem poder atualizar as cadernetas porque os pais e ou responsáveis não autorizam a vacinação. É preciso ter ciência que a vacina salva vidas e previne contra várias doenças. Precisamos ampliar os índices de cobertura da população, mas para isso, temos de contar com a conscientização. Estamos em plena busca ativa de pessoas dos grupos prioritários para receber as doses específicas, estamos indo até as pessoas, tudo para facilitar e abreviar o acesso aos imunizantes. Precisamos da colaboração”, reforça a secretária.
No último sábado, dia 25, quando Várzea Grande realizou o ‘Dia D’ de vacinação contra influenza, por exemplo, todas os grupos elegíveis às doses tiveram as cadernetas e carteirinhas de vacinação atualizadas.
Quem estava com doses em atraso, pôde receber vacina contra sarampo, covid-19 e em caso de vacinas com dias específicos de aplicação, as pessoas foram orientadas a retornar à unidade de saúde na data correta.
PROTEÇÃO – O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.
Os imunizantes previstos pelo Programa Nacional de Imunizações estão disponíveis nas 25 Unidades Básicas de Saúde de Várzea Grande, conforme os públicos e faixas etárias definidos pelo Ministério da Saúde e atendendo à rotina da Sala de Vacinação das unidades para evitar desperdício de doses, com o descarte de imunizantes sem a total utilização.
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