VÁRZEA GRANDE MT
1º Encontro de Capoeira reúne 500 participantes e fortalece cultura e inclusão em Várzea Grande
O Ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos, o Fiotão, foi palco, na tarde deste sábado (30), do 1º Encontro Cultural e Esportivo de Capoeira de Várzea Grande. O evento marcou o fortalecimento da cultura afro-brasileira e do esporte no município, reunindo mais de 20 mestres de capoeira e cerca de 500 praticantes da modalidade.
A iniciativa promoveu integração, aprendizado, troca de experiências e valorização de uma das mais importantes manifestações culturais do país.
Realizado pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), o encontro foi resultado da união entre as Superintendências de Cultura e de Esporte e contou com a parceria da Faculdade Faceib/Uniceib, responsável pela certificação dos mestres participantes.
Durante toda a programação, alunos, atletas, familiares e admiradores da capoeira participaram de rodas, apresentações e atividades voltadas ao fortalecimento da modalidade como instrumento de inclusão social, educação, cidadania e promoção da cultura.
O superintendente de Esportes, Edimilson Piranha, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento esportivo e social do município.
“Ver o Fiotão reunindo centenas de capoeiristas, mestres e famílias é motivo de grande orgulho. A capoeira vai muito além do esporte; ela ensina disciplina, respeito e inclusão. Este evento mostra que Várzea Grande está investindo cada vez mais em ações que transformam vidas por meio do esporte”, afirmou.
A superintendente de Cultura, Lu Arruda, ressaltou que o sucesso do encontro é resultado da integração entre as áreas da Cultura e do Esporte, fortalecendo o trabalho desenvolvido pela gestão municipal.
“A capoeira é uma manifestação que une cultura, esporte, história e identidade. Por isso, esse trabalho conjunto entre as superintendências é tão importante. Em breve estaremos integrados em uma única secretaria, e eventos como este demonstram que a união de esforços fortalece as ações, amplia os resultados e garante mais oportunidades para a população. Quando Cultura e Esporte caminham juntos, quem ganha é a comunidade”, destacou.
A coordenadora de Eventos e Projetos, Elaine Cristina de Arruda e Silva, ressaltou o trabalho coletivo realizado para a concretização do encontro.
“Foi uma grande mobilização que envolveu diversas equipes, parceiros e a comunidade da capoeira. O resultado foi um evento organizado, acolhedor e que proporcionou momentos de aprendizado e valorização cultural. Estamos muito felizes com a participação expressiva do público”, destacou.
Elaine também enfatizou que a proposta é tornar o encontro uma atividade permanente no calendário municipal.
“Este foi o ponto de partida de um projeto que nasceu forte e que tem tudo para crescer ainda mais nas próximas edições, ampliando a participação dos grupos de capoeira e fortalecendo ainda mais a cultura e o esporte em nossa cidade. A ideia é que o evento seja realizado anualmente, consolidando-se como referência para a modalidade em Várzea Grande”, concluiu.
Representando a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a subsecretária Jucila Amaral acompanhou toda a programação e destacou o compromisso da gestão municipal com a valorização da cultura e do esporte.
“Este encontro simboliza o compromisso da Prefeitura de Várzea Grande com a promoção da cultura, da inclusão e da cidadania. A capoeira carrega história, identidade e valores que precisam ser preservados e incentivados. A participação expressiva dos mestres e praticantes demonstra a força dessa manifestação cultural em nosso município”, afirmou.
O sucesso do 1º Encontro Cultural e Esportivo de Capoeira consolidou a iniciativa como um importante marco para o município e abriu caminho para que a ação passe a integrar o calendário anual de eventos de Várzea Grande.
O evento reforçou a importância da parceria entre o poder público, mestres, instrutores, alunos, instituições de ensino e a comunidade, demonstrando que a união de esforços é fundamental para promover inclusão social, valorização cultural e geração de oportunidades por meio do esporte.
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Alunos aprendem a identificar as horas em atividade prática e divertida
Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Joaquim da Cruz Coelho, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA), aprenderam a identificar as horas por meio de uma atividade pedagógica prática e lúdica. A proposta utilizou recursos confeccionados com materiais simples para facilitar a compreensão da organização e da leitura do tempo no dia a dia.
Durante a atividade, os estudantes passaram a identificar os ponteiros e relacionar diferentes posições do relógio aos respectivos horários. A iniciativa contribuiu para tornar o conteúdo mais concreto e facilitar a compreensão de um conhecimento importante para a rotina das crianças.
De acordo com a professora Sirleia Pereira da Silva Oliveira, a ideia surgiu durante uma aula, quando percebeu que havia um relógio na sala e perguntou aos alunos se eles sabiam identificar as horas. A resposta foi negativa.
“Para minha surpresa, nenhum deles soube responder. A partir disso, percebi que seria importante trabalhar esse conteúdo de uma forma mais lúdica e que fizesse sentido para eles”, comentou.
A professora pesquisou algumas possibilidades e elaborou, com materiais simples, um relógio grande para utilizar durante a aula. Também confeccionou um ponteiro de papelão para demonstrar, de forma clara, a diferença entre o ponteiro maior, que representa os minutos, e o menor, que representa as horas.
“No início, alguns alunos ainda ficaram bastante confusos, então pensei em uma maneira de tornar a atividade ainda mais prática. Confeccionei relógios de papelão para que cada aluno pudesse manipular os ponteiros e representar diferentes horários. A partir desse momento, ficou mais fácil para eles compreenderem. Os alunos que ainda apresentavam dificuldade eram chamados até o quadro e nós resolvíamos juntos, passo a passo. Foi muito gratificante perceber que, aos poucos, eles foram entendendo e conseguindo identificar os horários”, destacou.
Para a diretora da unidade, Rosalina Marques de Almeida, além de desenvolver habilidades matemáticas, a ação estimulou a atenção, o raciocínio lógico e a autonomia dos alunos, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula de situações presentes no cotidiano.
“Aprender a identificar as horas é um conhecimento que eles levam para além da sala de aula, utilizando-o no dia a dia com mais autonomia. Acredito que, quando conseguimos transformar o conteúdo em algo concreto e divertido, a aprendizagem acontece de uma maneira muito mais significativa para os alunos”, afirmou.
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