TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Verde Novo planta árvores no centro de Cuiabá em parceria com escola de filosofia
Novas árvores vão gerar frutos, sombras e outros benefícios urbanos na Avenida Coronel Escolástico, no bairro Bandeirantes, região central de Cuiabá. Isso porque no sábado (18 de março) o projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, plantou diversas árvores em parceria com a escola de filosofia Nova Acrópole.
“Achei muito legal. O xis da questão nessas ações não é só fazermos, mas saber como fazer e como dar continuidade. Achei muito bom, até porque o Judiciário não pode se desconectar da cidadania e está usando sua equipe técnica para fazer boas ações para a cidade. Serve de referência para outros poderes”, considera.
O voluntariado é um dos aspectos trabalhados com os alunos da Nova Acrópole, voltado para si mesmo e para a coletividade. Conforme pontua a secretária de relações institucionais Caroline Brito, “dentro da proposta da Nova Acrópole, nossa ideia é viver uma filosofia à maneira clássica, que significa viver as ideias principais de virtude, de desenvolvimento humano e o voluntariado é uma dessas ferramentas. O voluntariado é uma ação por vontade, algo que você não é obrigado a fazer, mas você faz porque entende que é isso bom para você e para todo mundo. Se todos forem abrindo a cabeça para esse tipo de serviço voluntário, vai fazer bem a si e a toda a comunidade”.Fonte: Tribunal de Justiça de MT
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).
O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.
Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.
A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.
Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.
Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.
Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.
Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.
A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.
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