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Tribunal realiza palestra sobre Justiça Restaurativa para servidores na segunda-feira, 10, em Cuiabá

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Na próxima segunda-feira (10 de julho), às 14h, será a vez dos servidores e servidoras do Tribunal de Justiça de Mato Grosso receber a palestra “Valores e Princípios Restaurativos no Cotidiano Profissional”. A agenda dá sequencia ao trabalho desenvolvido pela presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, de levar os conceitos da Justiça Restaurativa e dos Círculos de Construção de Paz para todo o Estado.
 
A desembargadora Clarice Claudino, que também preside o Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), fará a abertura dos trabalhos. A palestra será realizada pela assessora especial da Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Katiane Boschetti da Silveira, de forma presencial no auditório do Espaço Justiça, Cultura e Arte – Desembargador Gervásio Leite, com transmissão pela Plataforma Microsoft Teams. 
 
As inscrições para a palestra devem ser realizadas pelo link https://forms.office.com/r/aneAfcPDmw
 
Facilitadora e instrutora de Círculos de Construção de Paz, Katiane tem percorrido municípios e instituições no interior do Estado, com o objetivo de apresentar os conceitos sociais que envolvem a Justiça Restaurativa e a aplicação dos ‘Círculos de Construção de Paz’, como ferramenta de pacificação e prevenção de conflitos.
 
Aplicada para a pacificação de todo e qualquer ambiente de convivência coletiva, os Círculos de Construção de Paz são uma das ferramentas utilizadas pela Justiça Restaurativa, que traz como conceito a mudança das relações sociais, e neste caso, o fortalecimento das relações de trabalho e de convívio, a partir do diálogo e do acolhimento de dificuldades comuns à maioria das pessoas.
 
A missão de levar a Justiça Restaurativa é desenvolvida pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), coordenado pelo juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça, Túlio Duailibi.
 
Serviço:
O que? Palestra “Valores e Princípios Restaurativos no Cotidiano Profissional”
Quando? Dia 10 de julho, segunda-feira
Onde? Auditório Gervásio Leite, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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