TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Tribunal de Justiça lança nova ferramenta de consulta processual

Publicados

em

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lança uma nova ferramenta de consulta processual no site do TJMT (www.tjmt.jus.br). O novo modelo de busca e consulta de processos eletrônicos tem objetivo de unificar e simplificar o levantamento de informações sobre ações que tramitam na Justiça Estadual, em todos os sistemas e instâncias.
 
Quem acessar o portal já perceberá a mudança no design do ícone do sistema, que está localizado no mesmo espaço, no canto direito da página.
 
A nova consulta processual está disponível também no endereço: https://consultaprocessual.tjmt.jus.br/ .
 
A Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Tribunal (CTI-TJMT) desenvolveu a ferramenta pensando em trazer soluções para advogados e advogadas, cidadãos e cidadãs e usuários(as) em geral que precisam acessar diversos sistemas e sites diferentes a fim de procurar dados, informações ou movimentações de processos que lhe interessam.
 
Sendo assim, um sistema de consulta processual unificado permitirá que essa busca seja feita de forma mais fácil, homogênea e simplificada.
 
Confira algumas vantagens da nova plataforma de consulta processual do TJMT:
 
– Consulta por advogado(a), OAB, CPF ou nome do(a) advogado(a);
 
– Consulta por nome ou CPF da parte;
 
– Forma unificada da consulta processual em diferentes sistemas e instâncias;
 
– Engloba todos os sistemas processuais do TJMT (Proteus, Primus, PJE 1º e 2º Grau, Apolo, Projud);
 
– Mecanismo de favoritos: quando o(a) usuário(a) favoritar um processo, pode colocá-lo dentro de caixas de acordo com assuntos, atuar dentro das caixas ou deixar o processo solto para acompanhar o andamento processual;
 
– Serviço de migração da consulta processual, que serve para que o(a) usuário(a) continue recebendo as notificações de movimentação processual e a partir dela possa ter a opção de favoritar o processo de forma automática. Também será possível levar para a caixa de favoritos a partir da distribuição do processo.
 
“Esse aprimoramento foi pensado para o usuário final, no público que tem dificuldade em fazer consulta processual, pessoas que não conhecem a forma de consultar processos ou algo relacionado ao Judiciário. Com isso, hoje a pessoa vai acessar o site e já vai saber quais são os trâmites e status de determinado processo”, pontua o diretor do Departamento de Sistemas e Aplicações do TJMT, Danilo Pereira da Silva.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Enfrentamento ao assédio: Temas equidade de gênero e prevenção encerram curso
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Enfrentamento ao assédio: Temas equidade de gênero e prevenção encerram curso

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  TJMT aprova remoção do desembargador Ricardo de Almeida para a 1ª Câmara de Direito Privado

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA