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TJMT Inclusivo: inscrições seguem abertas para capacitação em autismo em Rondonópolis

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Imagem colorida traz o logotipo do projeto “TJMT Inclusivo” com tema de autismo. O título tem letras coloridas e fundo branco, destacando o texto “Programação Rondonópolis” em tom alaranjado.Seguem abertas as inscrições para a 5ª edição do TJMT Inclusivo: Capacitação e Conscientização em Autismo. O evento, promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), será realizado no dia 17 de outubro, em Rondonópolis. Para se inscrever e conferir a programação completa acesse este link.
A capacitação acontecerá de forma híbrida, com transmissão ao vivo no canal do TJMT no YouTube. No período das 8h às 17h, a programação contará com oito palestras, reunindo especialistas de diferentes áreas, como neurologia, psicologia, fisioterapia, educação, direito, e ainda ativistas do movimento autista.
A abertura será feita pela desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, e pela juíza Aline Bissoni, diretora do Fórum de Rondonópolis. O evento busca oferecer um espaço voltado à ampliação do conhecimento sobre o tema e ao fortalecimento da inclusão.
Programação
Data: 17 de outubro de 2025 (sexta-feira)
Local: Centro de eventos da ADNA – Rondonópolis – Rua Fernando Corrêa da Costa, 38, Jardim Monte Líbano.
Período Matutino
8h: Composição da mesa
8h15: Abertura – Desa. Nilza Maria Pôssas de Carvalho e Dra. Aline Bissoni
8h45: Apresentação do vídeo institucional “Autismo”
9h – Atividade 1: “Lugar de autista é onde ele quiser estar” – Nicolas Brito Sales (autista, ativista, escritor e fotógrafo)
9h20 – Atividade 2: “Inclusão social e neurodiversidade” – Dra. Anita Brito (neurocientista, especialista em autismo)
10h20 – Atividade 3: “Autismo: atualizações e impactos na sociedade” – Dr. Marino Miloca (neurologista pediátrico)
11h10 – Atividade 4: “Autismo: reconhecendo os sinais, critérios diagnósticos atuais e manifestações clínicas” – Paola Cristina de Almeida Barcellos (psicóloga)
12h: Almoço
Período Vespertino
13h45 – Atividade 5: “Depoimento de Mãe Atípica com meditação de fortalecimento Interior” – Adriana Ferreira de Souza – (servidora TJMT)

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14h – Atividade 6: “Quando a resposta Chega Tarde: O Diagnóstico de Autismo na Vida Adulta” – Erica Rezende Barbieri (psicóloga)

15h – Atividade 7: “Além de Técnicas: O Cuidado Humanizado com Famílias Atípicas no Contexto – Terapêutico.” – Luciano José Denti (psicólogo)

16h – Atividade 8: “O papel da Fisioterapia no Desenvolvimento de Crianças Atípicas e condições – Neuro psicomotoras” – Francieli Martins (fisioterapeuta)

17h – Atividade 9: “TEA sob a ótica dos Tribunais: alguns casos” – Antonio Veloso Peleja Júnior – Juiz Auxiliar, Vice-Presidência do TJMT e Renata do Carmo Evaristo Parreira – Juíza de Direito do TJMT

Realização/Apoio: Comissão de Acessibilidade e Inclusão do PJMT, Escola dos Servidores do Judiciário, Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Projeto Autismo na Escola e ADNA.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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