TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Ribeirão Cascalheira reabre inscrições de seletivo para psicólogos e fisioterapeutas

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A Comarca de Ribeirão Cascalheira reabriu as inscrições para o processo seletivo de credenciamento de profissionais das áreas de Psicologia e Fisioterapia para atuarem na comarca. 
 
Os profissionais interessados podem se inscrever no período de 16 de setembro a 18 de outubro, exclusivamente por meio eletrônico.
 
A determinação para prorrogação das inscrições é da juíza Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, diretora do foro, e está contida no Edital nº 2/2024. 
 
O candidato deverá preencher o requerimento de inscrição, ficha de cadastral e juntar os documentos exigidos no edital. 
 
São requisitos para o credenciamento de profissionais nas áreas de Fisioterapia e Psicologia: ter sido selecionado (a) no processo seletivo; ser maior de 21 anos; não possuir antecedentes criminais; não exercer cargo público inacumulável e ser bacharel em Fisioterapia ou Psicologia em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação e com registro no respectivo Conselho Regional. 
 
O processo de seleção será feito por meio de pontos atribuídos por tempo de experiência profissional, tempo de serviço público e formação acadêmica. 
 
Outras informações, como atribuições, documentos exigidos e remuneração, podem ser acessadas no edital que abriu o processo seletivo. 
 
 
 
Mylena Petrucelli 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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