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Projeto Verde Novo realiza ação ambiental em Escola Municipal de Várzea Grande

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O Projeto Verde Novo esteve nessa quarta-feira (26 de abril), na Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Aristides Pompeo de Campos, no bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande. A unidade é primeira escola deste ano a receber o projeto de conscientização ambiental desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Juizado Especial Volante Ambiental (Juizado).
 
Participaram da ação 25 alunos do Programa ‘Escola em Tempo Ampliado’ (ETA), realizado pela Prefeitura Municipal de Várzea Grande, com aulas e atividades pedagógicas em tempo integral, das 7h às 17h. A escola reúne um total de 544 alunos com idade entre 4 e 5 anos matriculados na educação infantil, e crianças do ensino fundamental do 1º ao 5º ano.
 
As atividades tiveram início com a palestra sobre arborização urbana, realizada pela engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba. O foco da palestra é transmitir às crianças de forma simples e didática informações sobre a importância da preservação de rios e matas, os benefícios da formação de espaços públicos arborizados e orientações sobre o plantio de novas árvores.
 
“A ação de educação ambiental, principalmente nas escolas, tem outro sabor exatamente pela facilidade que as crianças têm de absorver o conhecimento e colocá-lo em prática. Elas são participativas, questionam, contam fatos vividos na família e na comunidade, e levam tudo que aprenderam de volta para casa, se tornando multiplicadores dentro e fora do ambiente escolar”, descreveu Rosiani.
 
Os alunos também participaram das atividades do ‘Rebojando’, com o palhaço Lelé Picolé Curimpampam, interpretado 2º sargento da Polícia Militar da Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça, Marcelo Luciano Pereira Campos. O momento integra atividades educativas e recreativas, como jogos de perguntas e respostas, e competições entre as crianças sobre educação ambiental.
 
“Receber a parceria do Verde Novo, do Poder Judiciário, é fazer dos nossos alunos multiplicadores. São eles que irão levar para suas famílias, seu bairro, e seus vizinhos, informações sobre preservação ambiental e a importância de ampliarmos a quantidade de árvores no município. Trabalhar temas como o meio ambiente dentro da escola é fazermos das nossas crianças seres humanos para o futuro”, expressou a diretora da escola, Alessandra Assunção Semler.
 
Para a aluna da 4ª série C, Letícia Serdorko, de 09 anos, o conhecimento sobre o cuidado com a natureza é importante para o futuro da humanidade. “Nós tivemos uma tarde muito divertida e aprendemos sobre o cuidado com as árvores. Foram atividades nutritivas que encheram nosso corpo e alma de alegria e conhecimento. Sem as árvores nós não respiramos bem, e não temos a beleza verde que tanto nos encanta. A partir de agora, nós [alunos] vamos usar todo conhecimento que tivemos para cuidar das árvores plantadas na nossa escola, que no futuro nos darão sombras e frutos”.
 
No encerramento das atividades, as crianças realizaram o plantio de mudas de árvores frutíferas, como acerola, amora, pitanga, pitomba e graviola no entorno da quadra de esportes. Também foram distribuídas 70 mudas de árvores para alunos, professores e servidores.
 
O Projeto Verde Novo é uma realização do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, em parceria com o Instituto Ação Verde, Grupo Petrópolis, TV Centro América e Energisa. Em Várzea Grande, a ação contou com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) e do Aeroporto Internacional de Várzea Grande.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: De costas para a câmera, alunos vestidos com uniforme amarelo erguem os braços enquanto participam da palestra. Segunda imagem: engenheira Rosiani Carnaiba em entrevista à TV.Jus Terceira Imagem: Dois alunos, acompanhados da engenheira Rosiani Carnaíba realizam o plantio de muda de árvore. Quarta imagem: Aluna Letícia Serdorko concede entrevista à TV.Jus.
 
Naiara Martins/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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