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Projeto de modernização tecnológica do Judiciário mato-grossense é apresentado em congresso nacional

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso participa da 6ª Edição do Congresso de Inovação, Tecnologia e Direito para o Ecossistema de Justiça, em Brasília (DF). O Judiciário mato-grossense, representado por servidores, apresenta nesse encontro, que reúne especialistas em tecnologia do sistema judicial de todo o país, o processo de modernização e virtualização do ambiente de trabalho desenvolvido e aplicado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) em todas as unidades da Primeira e Segunda Instâncias.
 
O Expojud 2022 é considerado o maior evento sobre a revolução exponencial do sistema de Justiça. Além de palestras e área de exposição, o congresso, que encerra amanhã, quinta-feira (27 de outubro), também oferece treinamentos técnicos.
 
A CTI da Justiça mato-grossense, no stand e em outros ambientes do congresso, tem apresentado o projeto de transformação digital colocado em prática por entender que o futuro é agora. O case do Tribunal de Justiça faz destaques para o aprimoramento de segurança da informação; inovações normativas; modernização de datacenter e de parque tecnológico, estruturação de pessoal de TIC e melhorias das comunicações internas.
 
O objetivo do Judiciário que vem intensificando a estratégia de investimentos em tecnologia, além de garantir melhoria constante na prestação jurisdicional, é o de encarar a cada dia os desafios da revolução digital que possibilitem maior aproximação com a sociedade, especialmente dos jurisdicionados e jurisdicionadas, por meio de novas tecnologias e inteligência artificial.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1 – imagem colorida em formato horizontal: servidor da TI no stand do Judiciário, na Expojud.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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