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Presidente do TJMT desembargadora Clarice Claudino recebe o diploma “Amigo da Brigada”

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino, foi homenageada na noite desta quinta-feira (27) pelo Exército Brasileiro com o Diploma “Amigo da Brigada”. A honraria é concedida a cidadãos civis, militares e instituições que se destacam pelo apoio à 13ª Brigada de Infantaria Motorizada e pelo apreço e consideração ao Exército Brasileiro.
 
A cerimônia também fez parte das comemorações alusivas ao 45º aniversário da Brigada e reuniu cerca de 350 pessoas. A desembargadora Clarice ficou muito feliz com o reconhecimento e homenagem. “É muito salutar a boa relação que o Tribunal de Justiça mantém com o Exército Brasileiro. Nossa parceria está consolidada há vários anos com a realização do Ribeirinho Cidadão e também com a destinação de armas apreendidas à instituição”, disse a presidente.
 
O general de Brigada Kurt Everton Werberich, comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada de Cuiabá, declarou a sua satisfação em manter o bom relacionamento com o TJ. “Nós existimos hoje, graças a Deus, pelas amizades que nós temos e uma das amizades que nós temos e estimamos é com o Tribunal de Justiça. Nós labutamos juntos e dividimos este grande piano que é levar o nosso país e o estado de Mato Grosso a frente, e temos a honra de ter amizades tão estimadas e valiosas”, comentou o general.
 
Durante a cerimônia, houve o desfile de mais de 300 militares que fazem parte dos batalhões do estado. Dentre eles, o grupamento da Bandeira Nacional e sua guarda e componentes históricos, Comando de Fronteira Jauru 66º Batalhão de Infantaria Motorizado de Cáceres, 44º Batalhão de Infantaria Motorizado de Cuiabá, 58º Batalhão de Infantaria Motorizado de Aragarças, 18º Grupo de Artilharia de Campanha de Rondonópolis e Companhia de Comando da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada de Cuiabá.
 
Sobre a fundação da 13ª Brigada – A 13ª Brigada de Infantaria Motorizada “Barão de Melgaço” foi criada em 27 de julho de 1978, logo após o processo de divisão dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. À época, foi verificado que o estado de Mato Grosso havia ficado com 4 organizações militares em Aragarças/Barra do Garças, Rondonópolis, Cáceres e Cuiabá e todas essas unidades eram de nível batalhão, sendo assim, houve a necessidade de um comando que coordenasse todas essas unidades militares existentes no estado.
 
O nome da brigada homenageia o Almirante Augusto Leverger, conhecido como Barão de Melgaço, um militar que lutou em defesa do estado de Mato Grosso durante a Guerra do Paraguai.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto1: Presidente Clarice Claudino ao lado do General Kurt, os dois sorriem para foto. A presidente está com uma pasta na mão com seu diploma. Ao fundo, militares estão em formação. Foto 2: Presidente Clarice Claudino está centralizada no quadro, ela olha e sorri levemente. Em suas mãos, Clarice segura o diploma Amigo da Brigada. Ao fundo, militares estão em formação. Foto 3: Em primeiro plano desfocado, um soldado em posição de continência, em segundo plano e com foco, presidente Clarice ao lado do General Kurt. Ambos estão em pé, em posição de sentido e olham os soldados a frente.
 
 
Laura Meireles/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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42º Gemam reforça atualização da magistratura diante de desafios sociais complexos

Homem com cabelos grisalhos e barba, fala direcionando o olhar para baixo e para a esquerda. Ele usa paletó azul e camisa social cinza. Um microfone da A evolução constante da sociedade e o surgimento de novos desafios exigem do Poder Judiciário uma resposta igualmente dinâmica e qualificada. Com esse enfoque, o desembargador Márcio Vidal, diretor da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), abriu o 42º Encontro do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ao destacar que a busca por conhecimento é contínua e essencial para enfrentar problemas sociais que acompanham o avanço do tempo.

A afirmação de Vidal sintetiza o espírito do encontro realizado na última sexta-feira (19 de junho), no Tribunal do Júri de Rondonópolis, que reuniu magistrados(as) em uma programação técnica voltada à discussão de temas atuais e sensíveis à prestação jurisdicional.

Na abertura do encontro, o desembargador ressaltou que o Judiciário precisa acompanhar as transformações sociais, que evoluem junto com o avanço tecnológico, mas também trazem novos problemas.

Ao comentar a temática da palestra inicial, intitulada “Juventude em risco: O desafio das drogas no portão da escola e a proteção da vida por meio da internação compulsória para todos”, Vidal chamou atenção para a complexidade da questão das drogas entre jovens, classificando-a como um tema bastante sensível para toda a sociedade. Segundo o desembargador, o papel do Judiciário é justamente se manter atento e buscar constantemente novos modelos de atuação.

Homem de cabelos escuros e curtos, vestindo paletó azul e camisa branca, concede entrevista olhando para o lado esquerdo. Um microfone preto aparece em primeiro plano e o fundo está desfocado.Representando a Corregedoria-Geral da Justiça, o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira reforçou o apoio institucional ao evento e destacou o impacto da atualização contínua na qualidade das decisões. “É muito importante que o juiz se qualifique vendo coisas novas”, afirmou, ao comentar a relevância da palestra com o psiquiatra convidado, Diego de Souza Vacari.

Ferreira acrescentou que o contato com dados atuais permite compreender melhor a realidade social, citando como exemplo a evolução do potencial das drogas ao longo das décadas. “São fatos que a gente vê no dia a dia e que mostram que precisamos estar sempre reaprendendo”, completou.

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Construção coletiva fortalece a magistratura

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao microfone. Ela veste blazer off-white e brincos de argola. Ao fundo, um painel verde exibe a imagem da estátua da Justiça com a balança.A proposta do Gemam como espaço de construção coletiva foi enfatizada pela coordenadora do grupo, juíza Alethea Assunção Santos. Segundo ela, o diferencial está na produção acadêmica conduzida pelos próprios magistrados(as). “A construção é feita pelos próprios juízes e, a partir das discussões, são elaborados enunciados orientativos para a prestação jurisdicional. Isso é muito importante porque enriquece o nosso trabalho, enriquece a prestação jurisdicional e serve como capacitação profissional e também pessoal para os magistrados de Mato Grosso”, explicou.

Ela destacou ainda que os temas debatidos refletem diretamente os desafios enfrentados nas unidades judiciais. “São dificuldades que encontramos no dia a dia da prestação jurisdicional e, a partir desses debates, conseguimos levar mais segurança para as decisões”, pontuou, ressaltando que o resultado é um serviço mais qualificado à população.

Mulher de cabelos escuros e batom vermelho sorri ao conceder entrevista. Ela veste blusa verde-escura sem mangas. Um microfone da A realização do encontro em Rondonópolis foi celebrada pela juíza diretora do Foro, Aline Bissoni, que destacou a importância institucional do evento. “É uma honra receber o Gemam, um grupo que realmente traz temas muito relevantes para o nosso desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a abordagem interdisciplinar amplia a visão dos magistrados sobre questões complexas.

Atuando na área criminal, a magistrada destacou o impacto prático do conteúdo apresentado. “Ouvir o psiquiatra falar de forma técnica sobre os malefícios das drogas e como elas se tornaram mais nocivas faz toda a diferença para que possamos julgar melhor”, disse.

Homem de óculos fala ao microfone, gesticulando com a mão esquerda. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata amarela listrada. Ao fundo, uma parede verde e um banner com a deusa da justiça.No campo interdisciplinar, o psiquiatra Diego Vacari, responsável pela palestra de abertura, enfatizou a importância do diálogo entre diferentes áreas. Ele destacou como positiva a aproximação da magistratura com o tema. “A magistratura está cada vez mais interessada nessa situação, e isso é fundamental para desmitificar e aproximar saúde mental e justiça”, afirmou.

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Vacari alertou ainda para o aumento do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, fenômeno que, segundo ele, ocorre em escala global. “Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo, muitas vezes dentro da escola ou nas proximidades”, disse. Para o especialista, o enfrentamento do problema depende de atuação conjunta. “Se não houver união entre saúde, justiça, segurança pública e educação, não vamos conseguir diminuir esses índices”.

Mulher de cabelos longos e ondulados fala ao microfone, com a mão direita fechada. Veste camisa estampada verde e branca e saia escura. Ao fundo, parede verde e pontas de mastros de bandeiras.Outro destaque foi o painel sobre litigância abusiva, no qual a juíza Cristiane Padim da Silva apresentou proposta para aprimorar o monitoramento de demandas predatórias. “A ideia é registrar a Recomendação 159 do CNJ nas decisões em que houver abuso do direito de ação, para que possamos traçar estratégias mais eficientes”, explicou. Segundo ela, a medida busca garantir que o sistema de justiça seja mais acessível a quem realmente precisa. A magistrada também ressaltou a importância do encontro como espaço de troca. “A gente sai daqui cheio de ideias, de motivação, com mais preparo para a atuação diária”, afirmou.

Além das discussões sobre saúde mental, drogas e litigância abusiva, o 42º Gemam contou ainda com painéis voltados a outros temas relevantes para a atuação jurisdicional. Foram abordados o controle judicial do orçamento público e a aplicação de emendas parlamentares frente à discricionariedade e abuso de poder, o tratamento ambulatorial e as medidas de segurança aplicáveis a réus com doença mental, bem como o conceito e as implicações da chamada “purga da mancha probatória”.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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