TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Tribunal de Justiça é apresentado a estudantes de Direito de Cuiabá

Estudantes de Direito da faculdade Faipe, em Cuiabá, conheceram a sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso na tarde desta quarta-feira (11), por meio do projeto “Nosso Judiciário”. A iniciativa recebe acadêmicos de todos os semestres e apresenta um pouco do Poder Judiciário aos futuros operadores do Direito, ampliando os conhecimentos adquiridos em sala de aula e aproximando o Tribunal da sociedade.
 
 
Na ocasião, foram recebidas turmas do 2º ao 8º semestre, acompanhadas pelos professores Ronaldo Meireles e Joelmir Nunes Martins. Após visitar os corredores e alguns setores do TJMT, o grupo foi recepcionado no Espaço Memória pelo juiz Alexandre Elias Filho, titular da 8ª Vara Cível de Cuiabá e juiz convocado para a Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo, no 2º grau.
 
“Uma das melhores experiências que vocês podem ter é participar de estágios, manusear processos, assistir audiências. O Poder Judiciário sempre esteve de portas abertas ao cidadão, o que faltava era o poder de informação, que se ampliou muito nos últimos anos. Nosso intuito é diminuir essa distância e mostrar o tribunal a vocês e à sociedade”, afirmou o magistrado.
 
O juiz convocado falou sobre os desafios da magistratura, contou um pouco da sua experiência como advogado no estado de São Paulo, falou sobre concursos, ciências humanas e problemas sociais, conciliação pré-processual e tirou dúvidas dos estudantes a respeito de estágio, produtividade e desempenho do tribunal.
 
Para quem vivenciou a experiência, o aprendizado foi de grande valia. “O que eu aprendi na faculdade não é o que eu aprendi aqui hoje. Foi uma experiência muito boa, que demonstrou que o Judiciário não é impessoal, que temos acesso fácil ao juiz, que há uma aproximação muito boa. Quando estávamos tendo aula apenas on-line, nós sonhávamos em saber como era e como funcionava. Hoje tivemos acesso e pudemos ter a oportunidade de entender um pouco mais sobre a magistratura”, pontuou a acadêmica Rosiley Taques de Oliveira.
 
Os estudantes também tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o sistema PJe, como funcionam os trâmites processuais, a plataforma e a nova realidade de virtualização dos processos – conteúdo apresentado pelo coordenador judiciário do TJMT, Bruno José Fernandes da Silva.
 
Participaram da visita 44 alunos.
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência.
 
Primeira imagem: foto horizontal colorida da turma assistindo a palestra do projeto Nosso Judiciário no Espaço Memória. Alunos estão em pé, entre os púlpitos de vidro com documentos históricos, olhando atentos para o coordenador Bruno, que fala ao centro com os braços abertos. Ao lado dele está o juiz Alexandre Elias, os professores e um servidor do Nosso Judiciário.
Segunda imagem: foto horizontal colorida do juiz Alexandre Elias. Ele está em pé, veste terno e gravata azuis, camisa branca e usa óculos. Ao fundo, vemos bandeiras e livros.
Terceira imagem: foto horizontal colorida da aluna Rosiley. Ela tem cabelos loiros, usa óculos, veste uma blusa verde e terno preto. Olha para o lado e sorri. Ao fundo, estão molduras com fotos históricas do Poder Judiciário.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

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O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

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O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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